O jantar

1014 Words
Carlos desceu e sentou perto de mim, pegou minha mão e ficamos conversando sobre Siciliano, que não desiste de me afrontar com suas atitudes, ele consegue ser pior que o pai dele. A campainha tocou, minha governanta foi abrir e eu fiquei encantada com minha filha. Ela colocou a lingerie branca com a liga aparecendo e um vestido preto curto, é pouco para o que ele é e ainda tem uma a******a na coxa esquerda. Fui até ela e cumprimentei. Oi, minha filha, você está um arraso. Fui até perto da orelha dela e disse: _ Chega na sala e dá um beijo no rosto do seu marido, e me acompanha. _ Tá bom. Serena foi até onde Júlio estava sentado, deu um beijo no rosto dele. _ Boa noite, meu marido. _ Boa noite. Serena, você não achou este vestido muito curto? _ Não achei, e estou cansada de me esconder, então, de agora em diante, deixarei que me vejam. Serena olhou para mim e eu sentei bem perto de Carlos, me esfregando na perna dele, segurei sua mão e entrelacei nossos dedos. Serena fez igual em Júlio, que tentou tirar a mão, mas Serena, esperta, levou a mão dele até o lábio e deu um beijo. Soltei a mão do Carlos e comecei a passar, subindo e descendo do lado de dentro da coxa, como se fosse a coisa mais natural. Carlos passou a mão nos meus ombros e desceu, me puxando para mais perto dele. Serena começou tremendo um pouco, mas olhou para mim e fiz sinal para ela continuar. Vi Júlio olhar onde estava a mão de Serena e engolir em seco, continuamos conversando como se tudo fosse carinho entre casais. Serena criou coragem e levou a mão mais perto da virilha de Júlio, que chegou a segurar a respiração. E falou meio desesperado. _ Nineta o jantar já deve estar pronto. _ Verei Júlio, você parece com pressa, está com tanta fome assim? _Muita fome, dá para agilizar, por favor. Levantei e fui em direção à cozinha. Serena veio eufórica atrás de mim. _ Senti o amigo dele reagindo, mãe, hoje eu conseguirei. _ Filha, ele foi treinado para aguentar, eu quero que você faça uma coisa, beba. _ Como assim? Se eu ficar bêbada, não conseguirei fazer nada. _. Mas ele terá que cuidar de você, não precisa beber para passar m*l, mas beba e o resto finja, faz ele te ajudar a tomar banho, quando estiver embaixo do chuveiro, puxe ele junto, se esfregue nele. _ Se a senhora está falando, eu faço. _ Agora vamos voltar para a sala e eu sentarei no colo do Carlos, faça o mesmo. Vi minha filha ficar vermelha só de imaginar sentar no colo do i****a do meu genro, vejamos se ele aguenta até o final da noite. Cheguei na frente e sentei no colo de Carlos, que passou a mão na minha cintura, me puxando para mais perto dele. Pude sentir o m****o dele já reagindo a mim. Carlos se aproximou e me deu uma mordida no ombro. _ Já serviremos o jantar. Serena sentou no colo do Júlio, que ficou estático, primeiro surpreso, depois sem saber exatamente onde colocar a mão, até que colocou no quadril dela, que estava se remexendo toda no colo dele. _ Serena, é melhor você sentar no sofá, meu colo é muito duro. _ Viu, mãe, como meu marido me trata? Não te um pingo de carinho por mim. _ Isso não é verdade. Serena, só não quero fazer uma cena na casa da sua mãe. Serena virou o rosto e mordeu o lóbulo da orelha do Júlio. _ Hoje eu morrerei. _ Porque você morrerá? Estou aqui, preciso de você. _ Serena? _ Júlio! Fomos para a mesa jantar, minha mãe colocou um vinho e eu comecei a beber. Júlio tentou me impedir. _ Serena, você sabe que não se dá muito bem com bebidas. _ Pelo menos a bebida não me rejeita. Mãe, eu quero o nome desse vinho, ele é ótimo. _ Vou te mandar uma caixa, querida, você não acha que já bebeu demais? _ Se eu tivesse um marido de verdade, talvez eu não precisasse afogar minhas mágoas na bebida. _ Júlio, o que minha filha quis dizer com o marido de verdade? _ Nada, Nineta, ela só está de fogo, acho melhor eu levá-la em casa. Serena parece embriagada de verdade, será que causei um problema? _ Me solta, você não manda em mim, eu quero beber mais. _ Serena, vamos para nossa casa, lá nós conversamos. _ Sobre o que você quer conversar? Vai consumar nosso casamento ou continuará bancando o frouxo? _ Nineta não escuta o que Serena está falando, ela só está magoada comigo e está tentando te colocar contra mim. _ Mãe, seu genro é um frouxo, ele não me quer, a senhora deveria escolher outro marido para mim, senão a senhora não terá os netos que a senhora tanto sonha. Júlio levantou da mesa e pegou Serena, jogou no ombro e foi em direção à porta. Serena foi gritando que não queria ir embora, mas entre um grito e outro ela me deu uma piscada, ela conseguiu enganar até a mim. Júlio vai se ver louco com ela hoje. Carlos me abraçou e falou: _ Sua filha é esperta e finge muito bem. _ Como você percebeu? Eu estava começando a achar que embebedei minha filha. _ Ela bebeu só uma taça. _ Como isso é possível, eu vi ela encher a taça pelo menos umas quatro vezes. _ Eu, quem bebi, ela trocou minha taça com a dela, cada vez que encheu. _ Você é muito astuto, meu marido ajudou minha filha, muito obrigado. _ Você terá que me pagar pela minha ajuda, acha que será fácil assim? _ Fala o que você quer e eu farei meu lobo solitário. _ Vamos para nosso quarto que quero você de quatro para mim hoje. _ Vamos, meu marido. Namoramos e satisfeitos fomos dormir. Espero que Serena tenha a noite de nupcias finalmente.
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