Carlos desceu e sentou perto de mim, pegou minha mão e ficamos conversando sobre Siciliano, que não desiste de me afrontar com suas atitudes, ele consegue ser pior que o pai dele.
A campainha tocou, minha governanta foi abrir e eu fiquei encantada com minha filha. Ela colocou a lingerie branca com a liga aparecendo e um vestido preto curto, é pouco para o que ele é e ainda tem uma a******a na coxa esquerda. Fui até ela e cumprimentei.
Oi, minha filha, você está um arraso.
Fui até perto da orelha dela e disse:
_ Chega na sala e dá um beijo no rosto do seu marido, e me acompanha.
_ Tá bom.
Serena foi até onde Júlio estava sentado, deu um beijo no rosto dele.
_ Boa noite, meu marido.
_ Boa noite. Serena, você não achou este vestido muito curto?
_ Não achei, e estou cansada de me esconder, então, de agora em diante, deixarei que me vejam.
Serena olhou para mim e eu sentei bem perto de Carlos, me esfregando na perna dele, segurei sua mão e entrelacei nossos dedos.
Serena fez igual em Júlio, que tentou tirar a mão, mas Serena, esperta, levou a mão dele até o lábio e deu um beijo.
Soltei a mão do Carlos e comecei a passar, subindo e descendo do lado de dentro da coxa, como se fosse a coisa mais natural. Carlos passou a mão nos meus ombros e desceu, me puxando para mais perto dele.
Serena começou tremendo um pouco, mas olhou para mim e fiz sinal para ela continuar. Vi Júlio olhar onde estava a mão de Serena e engolir em seco, continuamos conversando como se tudo fosse carinho entre casais.
Serena criou coragem e levou a mão mais perto da virilha de Júlio, que chegou a segurar a respiração. E falou meio desesperado.
_ Nineta o jantar já deve estar pronto.
_ Verei Júlio, você parece com pressa, está com tanta fome assim?
_Muita fome, dá para agilizar, por favor.
Levantei e fui em direção à cozinha. Serena veio eufórica atrás de mim.
_ Senti o amigo dele reagindo, mãe, hoje eu conseguirei.
_ Filha, ele foi treinado para aguentar, eu quero que você faça uma coisa, beba.
_ Como assim? Se eu ficar bêbada, não conseguirei fazer nada.
_. Mas ele terá que cuidar de você, não precisa beber para passar m*l, mas beba e o resto finja, faz ele te ajudar a tomar banho, quando estiver embaixo do chuveiro, puxe ele junto, se esfregue nele.
_ Se a senhora está falando, eu faço.
_ Agora vamos voltar para a sala e eu sentarei no colo do Carlos, faça o mesmo.
Vi minha filha ficar vermelha só de imaginar sentar no colo do i****a do meu genro, vejamos se ele aguenta até o final da noite.
Cheguei na frente e sentei no colo de Carlos, que passou a mão na minha cintura, me puxando para mais perto dele. Pude sentir o m****o dele já reagindo a mim.
Carlos se aproximou e me deu uma mordida no ombro.
_ Já serviremos o jantar.
Serena sentou no colo do Júlio, que ficou estático, primeiro surpreso, depois sem saber exatamente onde colocar a mão, até que colocou no quadril dela, que estava se remexendo toda no colo dele.
_ Serena, é melhor você sentar no sofá, meu colo é muito duro.
_ Viu, mãe, como meu marido me trata? Não te um pingo de carinho por mim.
_ Isso não é verdade. Serena, só não quero fazer uma cena na casa da sua mãe.
Serena virou o rosto e mordeu o lóbulo da orelha do Júlio.
_ Hoje eu morrerei.
_ Porque você morrerá? Estou aqui, preciso de você.
_ Serena?
_ Júlio!
Fomos para a mesa jantar, minha mãe colocou um vinho e eu comecei a beber. Júlio tentou me impedir.
_ Serena, você sabe que não se dá muito bem com bebidas.
_ Pelo menos a bebida não me rejeita. Mãe, eu quero o nome desse vinho, ele é ótimo.
_ Vou te mandar uma caixa, querida, você não acha que já bebeu demais?
_ Se eu tivesse um marido de verdade, talvez eu não precisasse afogar minhas mágoas na bebida.
_ Júlio, o que minha filha quis dizer com o marido de verdade?
_ Nada, Nineta, ela só está de fogo, acho melhor eu levá-la em casa.
Serena parece embriagada de verdade, será que causei um problema?
_ Me solta, você não manda em mim, eu quero beber mais.
_ Serena, vamos para nossa casa, lá nós conversamos.
_ Sobre o que você quer conversar? Vai consumar nosso casamento ou continuará bancando o frouxo?
_ Nineta não escuta o que Serena está falando, ela só está magoada comigo e está tentando te colocar contra mim.
_ Mãe, seu genro é um frouxo, ele não me quer, a senhora deveria escolher outro marido para mim, senão a senhora não terá os netos que a senhora tanto sonha.
Júlio levantou da mesa e pegou Serena, jogou no ombro e foi em direção à porta. Serena foi gritando que não queria ir embora, mas entre um grito e outro ela me deu uma piscada, ela conseguiu enganar até a mim. Júlio vai se ver louco com ela hoje. Carlos me abraçou e falou:
_ Sua filha é esperta e finge muito bem.
_ Como você percebeu? Eu estava começando a achar que embebedei minha filha.
_ Ela bebeu só uma taça.
_ Como isso é possível, eu vi ela encher a taça pelo menos umas quatro vezes.
_ Eu, quem bebi, ela trocou minha taça com a dela, cada vez que encheu.
_ Você é muito astuto, meu marido ajudou minha filha, muito obrigado.
_ Você terá que me pagar pela minha ajuda, acha que será fácil assim?
_ Fala o que você quer e eu farei meu lobo solitário.
_ Vamos para nosso quarto que quero você de quatro para mim hoje.
_ Vamos, meu marido.
Namoramos e satisfeitos fomos dormir. Espero que Serena tenha a noite de nupcias finalmente.