Arrumando dor de cabeça para Júlio

886 Words
Entrei na sala de reuniões e ele estava de pé e muito m*l-humorado. _Faz meia hora que estou aqui te esperando! Tem que ser mulher, nunca cumpre os horários. _ Bom dia para você também. Siciliano, vamos sentar. _ Porque me chamou aqui, o que quer comigo? Uma f**a, acho que não é e eu nem gosto de velhas. _ Sei que você gosta de crianças, não é mesmo? _ Elas não passam doenças e sempre vão me obedecer e fazer tudo o que gosto sem questionar. _ Porque você veio buscar uma menina dentro do meu território? No seu já não tem crianças para você abusar? _ Então é isso, Mário me denunciou? _ Ele não te denunciou, eu fui cobrar a dívida e fiz ele me contar o que estava se passando. _ Você conheceu a filhinha dele, é uma gostosa, tem uma bundinha que merecia meu p*u dentro dela. Maurício passou por mim, que eu não tive tempo de reação, pegou Siciliano pelo colarinho e disse: _ Não fale assim da menina, ela é só uma criança. _ Olha, ela arrumou um defensor, fala a verdade, você também ficou com vontade de enfiar seu p*u na boca dela para ver se ela consegue engolir ele inteiro. _ Cale essa sua maldita boca ou vou te matar. Siciliano sabe que Maurício não pode fazer nada contra ele, e destampa a rir. _ Me solta, moleque, senão quem morrerá será você, eu sou um líder da máfia e você é só um soldado, aquela menina, me pertence, exceto caso o pai dela me pague o que me deve. Entrei no assunto: _ Solta ele, Maurício, me diga quanto o pai dela te deve. _ Olha! Para você, farei um desconto de 200 mil. Sentei, assinei o cheque e entreguei para ele. _ Estarei de olho em você, se chegar perto da menina, nosso acordo será rompido, aí deixo Maurício fazer o que quiser com você, entendeu? _ Pode ficar com aquela p*****a, eu arrumo outra. Maurício ameaçou avançar nele de novo e eu entrei na frente e impedi. _ Vamos, Maurício, nosso assunto aqui está resolvido. Saímos da sala, subimos no carro. _ Maurício, coloque alguém para vigiar Siciliano dia e noite. Se ele cometer um deslize, poderemos fazer o que quisermos com ele, mas até lá você deve proteger sua noiva, me entende? _ Sim, senhora, esse i****a não encostará nela. _ Me leva até a boate, buscarei meu marido para almoçar comigo. Entrei na boate e faz tempo que não venho aqui as mudanças são muitas agora logo na frente é o cassino, entrei e está lotado, mulheres muito bem vestidas como acompanhantes nas mesas de jogo, passei e fui em direção ao escritório entrei sem bater e Carlos virou para repreender quem quer que fosse que entrou na sala sem se anunciar, abriu um sorriso quando viu que era eu. _ Minha rainha, o que faz aqui? _ Vim resolver alguns assuntos e resolvi almoçar com você. _ Vamos, então eu já estava quase de saída, ou você quer conhecer o resto das mudanças? Hoje não dará, mas outro dia venho e namorarei você aqui nesta mesa, para que cada vez que você olhar para ela me veja nua, te chamando para me satisfazer. _ Esperarei ansioso por isso, minha mulher. Contei para ele tudo o que se passou e vi ele também querendo matar Siciliano, almoçamos, levei ele de volta na boate/cassino e fui para minha última reunião, essa com Francisco, preciso saber sobre o filho dele, mas não posso deixar ele ter ideias tortas. Cheguei no escritório dele, já estava me esperando, deu um beijo em minha mão e sentamos para conversar. Contei para ele sobre os problemas que estou tendo com Siciliano e o coloquei também em alerta, não gostamos de e**********s de crianças, isso suja o nome da nossa família. _ Então, Francisco, eu vim aqui te perguntar sobre seu filho, ele se formou médico? _. Sim, ele é clínico geral, mas não quer saber dos assuntos da máfia. _ Eu te entendo, minha filha também pensava assim, mas consegui trazê-la para meu lado e queria chamar seu filho para trabalhar com ela no centro de tratamento hospitalar que estamos abrindo. _ Se eu falar com Antony, ele rejeitará, ele está atendendo no hospital geral, fala para sua filha ir lá convidá-lo, quem sabe ela consiga fazer aquele cabeça dura me entender. _ Então, eu posso falar com ele, tenho sua aprovação? _ Claro! Você é minha, Don sua palavra é lei. _ Então, resolverei isso, quero inaugurar o centro logo depois de meu casamento, você já recebeu o convite? _ Já fiquei chateado por não ser o noivo, mas fazer o quê? _ Somos amigos há muito tempo, não daria certo. _ Para de falar bonito comigo, sei que você me acha um nojento, safado, mas por você eu teria coragem de mudar. _ Procure uma mulher que te satisfaça e goste de você de verdade, eu já tenho meu homem. _ Juro que estou tentando, Nineta! Dei uma risada sem graça, saí, preciso ver como minha filha está depois da noite de ontem. Sei que Júlio não fez nada com ela, mas fará, ou não me chamo Nineta e ainda achará que foi por decisão própria.
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