Mostrando meu poder

1503 Words
_ Olha! Ele voltou a ficar bravo. Os homens tiraram toda a roupa dele e eu olhei como se estivesse avaliando o corpo dele, para um homem que se considera macho isso é um insulto, uma mulher olhando para ele, cheguei perto peguei no queixo dele e falei. _ Me mostra seus dentes, quero ver se são de verdade ou se é dentadura. Ele travou a boca gosto quando eles tentam me impedir, aí tenho motivo para usar meus brinquedos, fui até a mesa e peguei minha arma de choque, voltei e mostrei para ele. _ Mostra os dentes para mim, ou você prefere que eu te faça abrir a boca? Nada de resposta _ Ótimo, é assim que gosto de ver um homem bravo, macho. Peguei a arma de choque e encostei na barriga e quando ele começou a gritar devido à energia que correu no corpo dele parei porque não quero que ele morra ainda. _ Júlio quantas mulheres ele tinha na casa dele? _ Três, senhora. _ O que você fez com minhas mulheres? Você soltou minhas meninas? _ Traz elas aqui. Eu trouxe elas para brincarem com você um pouco, o que você acha? Será que elas vão te maltratar muito ou vão querer te soltar? Quando as mulheres entraram ainda assustadas e viram ele no meio do salão quiseram voltar para trás, Júlio as impediu. _ Vocês me entendem? Não precisam mais ter medo dele, ele não sairá daqui. Vi a mais velha delas virar e me olhar. _ Ele vai nos matar, deixe irmos embora. _ Ele morrerá aqui, estou dando a chance de vocês brincarem um pouco com ele, mas se não querem tudo bem, podem ir, estão livres. _ A senhora está falando sério? _ Claro que sim, olhem para este estuprador de mulheres, ele não sairá daqui, eu tenho ele sobre controle. A mais velha veio perto dele e ele ainda tentou falar com ela. _ Belezinha do papai, me solta e eu te levo para casa, seja boazinha. Ela cuspiu na cara dele e eu vi as outras duas vomitando só de ouvir a voz dele, entendi que elas precisavam de tempo para se recuperar. _ Júlio leva elas para cima de roupas e comida e deixe que elas escolham se querem minha ajuda ou não. _. Sim, senhora. _ Meninos deixem esse lixo pelado e faça ele limpar onde as mulheres dele vomitaram, e depois põe ele tomar um banho de salmoura, amanhã nós continuaremos. Saí da suíte vi Júlio levando as mulheres para a cozinha, fui no quarto me lavar do sangue que espirrou em mim, tomei um banho bem perfumado, me troquei e desci ver o que elas resolveram. Cheguei na cozinha elas ainda estavam comendo, pararam como se eu fosse maltratá-las. _ Podem comer à vontade e mais tarde conversamos. Ia saindo, a mais velha falou comigo, parei e voltei. _ Eu me chamo Ana, muito obrigado por nos ajudar. _ Tudo bem Ana, vocês estão protegidas aqui, não precisam ter medo, e as outras como se chamam? _ A morena ele deu nome de Sandy e a ruiva Marli, elas não falam nosso idioma então não vão dizer qual o verdadeiro nome. _ Você sabe de onde elas vêm? _ A morena pelo sotaque acho que é do Brasil, agora a ruiva fala tudo enrolado eu não sei. _ Acho que ela é russa, vou chamar dois intérpretes, para nos ajudar, você é daqui mesmo? _ Eu trabalhava na sua boate, ele me tirou de lá e me levou para a casa dele. Achei que ele queria cuidar de mim, mas ele queria que eu cuidasse das meninas. _ Resolveremos os problemas delas, aí veremos o que fazer com você, está bem? _ Tá bom, mas eu não quero voltar para a boate. _ Júlio arruma alguém que fala português e russo por favor. _. Sim, senhora, mais alguma coisa? _ Fica de olho nas meninas até resolvermos essa situação e eu vou à igreja agradecer nosso amigo. Saí e fui sozinha para a igreja, esta semana já é a terceira vez que vou lá, tenho que me controlar, senão isso pode sair do controle. Cheguei e vi o padre Ícaro rezando como todo dia, me aproximei e esperei ele acabar a oração, ele levantou a cabeça e me disse: _ Ele está lá na mangueira, horário de reflexão. _ Obrigado padre. _ Senhora tome cuidado, o inimigo pode estar muito perto. _ O senhor tem alguma coisa para me contar? _ Não senhora foi só um aviso de amigo. Fiquei olhando o padre e sem entender suas palavras fui procurar o Carlos, vi ele lá na mangueira parece rezar, cheguei perto e chamei. _ Carlos! Levantou a cabeça e abriu um sorriso diferente. _ Oi! Nineta, como passou? _ Estou bem e vim te agradecer, acho que conseguimos acabar com o tráfico de mulheres aqui no meu território. _ Fiz o que você me pediu, agora você tem que me dar uma explicação. “Carlos” Vi ela pensar se me explicava ou não, veio e sentou ao meu lado, passou as mãos nos cabelos, engoliu e virou me olhar, por alguns momentos achei que ela não ia me falar nada. Ergueu a mão, tocou meu rosto, fez um carinho e começou a falar. _ Faz muito tempo que não me sinto atraída por homem nenhum, meu marido era um homem difícil e depois de um tempo eu fazia com ele pelo simples fato de sermos marido e mulher, eu fui criando um muro em volta dos meus sentimentos, porque já que eu não podia sentir então era melhor não ter. Mas você em poucos dias vem transformando isso, eu não sei porque, mas me sinto atraída por você como um ímã que atrai o outro polo, vou te contar e confiarei meu segredo para você, mas se você me trair eu mesma te mato. _ Se você não quiser me dizer, não precisa, eu só te ajudei porque as mulheres precisavam de ajuda. _ Fica quieto para que eu não perca a coragem Falei de uma vez e esperei a reação, sou da máfia! _ Como assim? Você é da máfia, você não me parece um soldado. O que você faz, você é uma assassina de aluguel? _ Sou o capo da Cosa Nostra, assumi como capo depois da morte do meu marido. _. Mas não são só homens? Eu nunca havia ouvido falar que uma mulher é Capo. _ Sou a primeira, e pelo jeito você também pensa como meus parceiros, uma mulher não pode comandar a máfia, pois vou te dizer que estou indo muito bem. _ Desculpe, não foi isso que falei, é que fiquei surpreso, você não me parece uma pessoa que mataria a sangue-frio. _ Se fosse há seis meses que eu era só a esposa do Capô, eu concordaria com você, mas agora tenho sangue nas mãos e sei que faz parte da minha vida, eu só mato se me ameaçar, cuido dos meus familiares como uma Leoa não, ameaça alguém da minha casa se não quiser morrer. _ Você matou o Andréa? _ Ainda não, a morte é pouco para ele, o que ele fazia com as mulheres era muita crueldade, farei ele sofrer bastante antes de morrer, mas ele não fará m*l para mais ninguém. _ O que ele é na máfia? _ Ele é um dos líderes. _ E você está fazendo isso com um aliado seu? _ Eles eram quatro, mataram meu marido, na primeira reunião do conselho que participei tentaram atirar em mim, eu matei um deles e feri Andréa na coxa, aí ficaram dois. Achei que tinha mostrado para eles que sou uma líder, mas eles continuaram me atacando, eu venho me defendendo, agora Andréa cometeu um erro e caiu na minha mão e morrerá, mesmo assim sobrará o mais perigoso deles. _ Porque você está me contando tudo isso? _ Porque quero te recrutar, vem trabalhar comigo. _ Eu não sei se quero entrar nessa vida, o que fiz no passado foi por vingança, eu não sei se consigo simplesmente matar se precisar. _ Eu te entendo e vou te dar até o fim da semana para você resolver. _ Se eu aceitar? _ Você passará pela iniciação e trabalhará com meu segurança Júlio, ele é meu braço direito e você será meu coração. _ E se eu não aceitar? _ Darei um jeito de você ser transferido para outra paróquia e não nos veremos mais. _ Então vou te dar um beijo, porque se eu não aceitar não terei mais nenhuma oportunidade. Carlos se aproximou e me beijou eu não consegui evitar deixei acontecer, ele quando viu que não recusei aprofundou o beijo, enfiou a língua na minha boca e eu estava me perdendo em seu beijo, mas desci minha mão e encostei na saia da batina, se eu tivesse um pênis havia virado uma minhoquinha, perdi totalmente a t***o, empurrei Carlos.
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