Após o banho, os sons suaves de batidas na porta e a voz familiar de Léo alcançaram meus ouvidos. — Nick, acordou, gatinha? — Ele indagou, e eu, não conseguindo conter um sorriso, caminhei até a porta com os cabelos ainda molhados e a abri. — Boa noite, Léo. Está aí há muito tempo? — Perguntei, enquanto secava uma mecha de cabelo com a toalha. — Só um pouco, — respondeu ele, me envolvendo em um abraço carinhoso que me fez sentir acolhida. Ele entrou em meu quarto mantendo a porta aberta. — Está tão rosada, dormiu bem? — Ele questionou, curioso, enquanto eu me sentava na beira da cama, apreciando a simplicidade do momento. — Dormi, sim, acho que a água do chuveiro estava muito quente, por isso estou vermelha, — expliquei, sentindo o calor residual em minha pele. — Pensei que era por e

