Capítulo-1

3493 Words
Capítulo-1 Califórnia 2021 — Bom dia Natasha — Henry já sai do elevador dizendo. — Bom dia senhor Muller, o Steve quer falar com senhor, pode passar para sua sala? — Pode sim Natasha e obrigado. Já no seu escritório Henry atende Steve. — Bom dia senhor Muller precisamos conversar sobre os valores daqueles carros que foram vendidos para o Brasil são dez carros. — Antes de Steve terminar Henry o interrompe. — São todos da mesma marca? — pergunta Henry. — Não senhor Muller, por esse motivo precisamos acertar os valores, são seis Jaguar e quatro Ferrari. — Uau — Fala Henry do outro lado da ligação impressionado — Vamos almoçar Steve e durante o almoço conversamos depois você passa aqui no escritório e fechamos o contrato ok? — Sem problemas senhor Muller, bom dia — diz já desligando o telefone. — Natasha venha até minha sala — chama Henry. — Pois não senhor Muller. — responde Natasha já entrando no escritório. — Natasha revise minha agenda para hoje, vou ter um almoço de negócios e depois vou para meu apartamento, termino meu dia por lá mesmo. — Sim senhor Muller, a faxineira que senhor pediu para vir limpar seu escritório marcou para hoje, pode deixá-la vir? — Sim — responde Henry — Ela terá o restante do dia para fazer a limpeza e não esqueça de explicar como gosto da limpeza nas vidraças ok? — Pode deixar senhor Muller vou repassar tudo a ela. — Obrigado Natasha. — responde Henry já no celular. Angel acorda ouvindo seu celular chamar, ela olha é sua mãe. — Bom dia Angel, onde você está minha filha? — Bom dia mamãe, desculpe não avisar dormi na casa de uma amiga que fica perto do meu trabalho mamãe, por que algum problema? — Sim filha o Charles acordou perguntando por você, eu o respondi que já havia saído para o trabalho, quando você chegar se ele perguntar por favor confirme, se não.— disse apreensiva. — Se não o que mamãe? Já estou a ponto de estourar com esse desgraçado mamãe, se ele tocar num fio de cabelo seu. — Calma filha ele só perguntou é preocupação de pai, Angel dá um grito que acorda Sophie.. — Nunca foi amor ou seja o amor de pai mamãe, acorda para vida, esse homem simplesmente me persegue com esses cuidados, abra os olhos por favor e pare de se preocupar com Charles. — Nossa filha que aconteceu com você? — pergunta Elizabeth. — Ainda nada mamãe, mas eu juro que vou sair e levar você comigo da casa desse demônio. — Bom dia Angel porque gritou daquele jeito com sua mãe? — pergunta Sophie.. — Já estou cansada de ver mamãe protegendo aquele verme, Sophie só porque moramos na casa dele! — Vamos tomar um bom café Angel e você se acalma, ok? — Obrigada Sophie, vou me preparar para mais um dia de faxina e dá um sorriso, onde fica o local desse trabalho Angel? — pergunta Sophie. — Aqui perto, o endereço indicado é escritório Muller. — responde Angel. — Esse nome não me é estranho Angel fala Sophie, mas vou chamar um táxi para levar você ok? — Obrigada Sophie — Não precisa preocupar, final de semana vamos sair de novo ok. — interrompe Sophie. — Vou pensar Sophie não ganho muito, já você quando sobe no palco chove dólares, responde Angel dando um sorriso . Henry está saindo para almoço vê o elevador subindo e pensa.. “Não marquei com ninguém essa hora será que Natasha esqueceu de avisar alguém? Mas seja quem for vai ter que voltar outra hora.” O elevador abre e sai uma garota vestindo uma camiseta branca ajustada em seu corpo e calça jeans, calçando um tênis também branco cabelo amarrado, cabeça baixa. — Boa tarde senhor. — cumprimenta Henry. — Boa tarde, senhorita. — responde entrando no elevador. Enquanto as portas se fecham ele a vê ir em direção a Natasha observando pensa.. “Será a garota da limpeza mais porque subiu por esse elevador e não o de serviço?” — Boa tarde Richard — cumprimenta Henry. — Boa tarde senhor Muller. — Richard aquela garota que subiu assinou? — Sim senhor Muller, ela veio limpar seu escritório, o nome dela é.. Mary Angel senhor.. interrompe Richard porque, algum problema senhor Muller? — Não Richard é porque encontrei com ela saindo do elevador, mas eu falei com ela para subir no de serviço.. não tem problema Richard ela se enganou com certeza são muito parecidos. Boa tarde Richard. — Olá boa tarde senhorita eu sou Mary Angel vim fazer a limpeza no escritório. — Boa tarde Mary Angel pode me acompanhar por favor. “Nossa que enorme” - pensou enquanto acompanha a secretária. — Senhorita Mary.. Angel — Pode me chamar de Angel, — Então como ia dizer Angel, o senhor Muller gosta de tudo no seu devido lugar porém tem que estar limpo, digamos que ele gosta daquela limpeza entendeu Angel? — Sim senhorita. — Natasha meu nome é Natasha, então Angel mais as vidraças ele gosta impecável, e como ele foi para o almoço e não pretende voltar você tem a tarde toda ok? — Obrigada Natasha, mas posso fazer só mais uma pergunta. — argumenta Angel. Antes mesmo que Natasha respondesse o seu telefone tocou.. — Preciso atender Angel, qualquer coisa pode me chamar. — ela sai já atendendo a ligação. “Como é grande essa sala ter dinheiro é outra coisa, mais agora vou trocar de roupa e limpar.” - Angel pensa sorrindo - “Mas onde fica o banheiro? Preciso perguntar mais Natasha está no telefone, ah vou me vestir aqui mesmo.” Olhando pelo vidro, Angel sorri. — Boa tarde escritório.. Natasha sou eu .. senhor Muller que houve? — Natasha apenas escute e faça o que eu pedir, ok? — Sim senhor.. Henry. — Segura essa garota até eu voltar. — Senhor Muller ela fez alguma coisa? — Não Natasha ela não fez nada apenas segure a garota até eu voltar entendeu? — Não entendi senhor Muller mais pode deixar que faço que pediu. — Obrigado Natasha volto em duas horas mais não diga nada ok? — Sim senhor. Henry enquanto estava a caminho do restaurante, aquela garota não saiu do meu pensamento, aquele corpo delineado, aquele jeito de andar.. eu já tinha visto alguém muito parecida, mais não podia ser a mesma pessoa, por que a outra.. não será que ela dançarina a noite e trabalha de faxineira durante o dia?.. preciso ver com meus próprios olhos e ainda descobrir se ela é dançarina da strass.. vou mandar uma mensagem.. não vou ligar agora para o escritório e pedir Natasha para segura -lá até eu voltar, ligando para escritório. Elizabeth chega aos gritos. — Charles, que foi isso Charles por que esses gritos. — Cadê aquela v***a safada de sua filha. — Charles você está louco.. Charles. — Estou louco de raiva sua vagabunda porque mentiu para mim? — Quem mentiu Charles? Não estou entendendo. — Me passa seu celular agora que vou fazer você relembrar, vamos me entregue.. — Que isso você está ficando louco mesmo! — A v********a avisou você Elizabeth, por que não me disse em agora você vai adorar falar a verdade para mim a partir de hoje..Vem cá tal mãe tal filha.. Vamos Elizabeth. Charles tira as roupas de Elizabeth e com uma cinta na mão, tira as calças dele e puxa Elizabeth pelos cabelos e fala — Chupa meu p*u até engasgar sua p**a, vamos chupa mais rápido, batendo com cinta nas costas de Elizabeth que gritava. — Você e sua filha são iguais gostam de dinheiro, então ela foi a boate por dinheiro, mas você vai fazer comigo é de graça, enquanto eu trabalho para sustentar duas vagabundas, você irá fazer por duas também. Agora vire, quero te comer direitinho. Elizabeth é estocada sem dó, ela grita de dor mas Charles está dominado pelo ódio e continua estocando até sangrar. — Satisfeita sua v***a safada? Responde agora. — mas Elizabeth estava muito machucada, e sem a resposta veio mais cintadas e mais estocadas. Enquanto Angel faz a limpeza abriu sua playlist e colocou uma música romântica.. Eros Ramazotti- Un' altra Te.. ela é apaixonada pelas músicas de seu ídolo ,sem que ela perceba entra na sala Henry e cumprimenta.. — Boa tarde Mary Angel tudo certo aí? Angel não ouve Henry se aproximar e tocar no seu braço, — Olá .. — Angel leva um susto — Desculpa senhor. Henry vira as costas. — Sem problemas, só passei para pegar uns documentos, seu nome é Mary Angel não é? — pergunta Henry. — Sim senhor. — Então o meu é Henry Muller, mas você pode me chamar de Henry, trabalha com limpeza a quanto tempo? — A nove anos senhor Muller, — Entendi começou muito nova a trabalhar, não é? Desde os quatorze anos senhor Muller, — Vou deixar você fazer seu trabalho tranquila, — O senhor não me atrapalha, pode ficar tranquilo. Com essa resposta Henry pensa.. “Como é parecida com aquela garota da boate, preciso pensar num jeito de descobrir e já sei como.” — Mary Angel — chama Henry. — Pois não senhor Muller, — Você tem mais algum trabalho agendado para essa semana? — Não senhor, — Você poderia vir o restante da semana para fazer a limpeza aqui? — Posso sim. — responde Angel. — Vou terminar um trabalho aqui e já vou embora, posso contar com você? — Pode sim senhor Muller. — Ótimo minha funcionária está passando m*l e não pode vir, mas agora fico mais tranquilo, e se você estiver disponível no sábado também vou querer seu trabalho, — Estou sim senhor Muller, esse é meu único meio de trabalho pode deixar que cumpro meus compromissos. Quando Angel termina a limpeza, Natasha pega o pagamento, mas ela não aceita dizendo que vai pegar tudo no sábado, Natasha acha estranho porque no sábado apenas Henry costuma passar pelo escritório, mas como ele havia explicado no telefone, ela apenas seguiu as ordens. Henry volta a seu apartamento convencido de que aquela garota é mesma da boate porém ainda tinha dúvidas pensando assim ele lembrou a forma como ambas andavam eram iguais, ele pega o celular e liga para Richard pedindo o nome e o telefone da garota, Richard passa e Henry pede segredo, quando adiciona o número aparece a foto no perfil do w******p dela e ele respira profundo.. “Eu sabia que era você garota.” A foto que estava no perfil Angel tinha tirado antes de sair com Sophie para a boate. “Que garota linda” — pensa Henry. “Ainda não tinha conhecido alguém assim, preciso arrumar um jeito de passar mais tempo perto dessa garota além dessa semana” — fixa seu pensamento sobre Angel. Horas atuais.. Angel chega em casa e escuta gemidos vindo do quarto, ela abre a porta vê sua mãe toda machucada, nua deitada no chão. — Mamãe o que houve aqui vêm aqui mamãe. — ela diz enrolando lençóis pelo corpo de sua mãe, — Corre filha ele está esperando você, ele enlouqueceu pegou meu celular e saiu, disse que assim que você mandasse mensagem ele viria para casa, vai embora Angel corre. — insiste Elizabeth, muito machucada, mas Angel simplesmente responde. — Então vamos mamãe já estou chamando um táxi, — Vamos para onde filha? E nossas roupas? — Calma mamãe vamos sair daqui depois resolvemos o assunto das roupas, — Mas onde nós duas vamos ficar filha? Não temos ninguém, — Elizabeth fala aos gritos chorando. — Mamãe tenho uma amiga, ela disse que vai me ajudar, estou ligando para ela agora. Enquanto o táxi chegava, Angel conseguiu falar com Sophie. Quando chegar lhe explico Sophie — disse Angel já dentro do táxi. — Não precisa Angel venha, estou esperando. Horas depois.. Henry não acreditava que aquela garota estava bem à sua frente ali conversando com Natasha. — Bom dia meninas. — cumprimenta Henry. — Bom senhor Muller. — responde Natasha. — Mary Angel pode vir até minha sala? — Sim senhor Muller. — Me acompanhe por favor, feche a porta por favor, quero conversar com você. — Pois não senhor Muller. — Sente-se Enquanto Angel se arruma na cadeira, Henry percorre seu corpo com olhar penetrante Angel percebe e fica com um sorriso sem graça, — Mary Angel.. — Senhor Muller pode me chamar de Angel. — ressoa a voz calma de Angel interrompendo Henry. Angel você parece bastante cansada hoje? — Não senhor Muller apenas dormi m*l. — Olha passa apenas um pano na minha sala e pode descansar amanhã você volta e termina. — Estou bem senhor Muller vou fazer como combinamos. Angel se levanta mas Henry é direto. — Angel eu sei que não é da minha conta, mas você trabalha na strass? Angel respira e acena com a cabeça que não, estou perguntando por que tenho certeza que eu vi você chegar lá com outra garota.. — Senhor Muller aquela garota é Sophie minha amiga e se não fosse por ela, hoje eu e minha mãe estaríamos na rua, agora se senhor me der licença vou fazer meu trabalho. — Henry vê que Angel está chorando. — Calma Angel e desculpe minha falta de descrição. — Não precisa pedir desculpas senhor Muller não é por isso que estou chorando, agora vou mesmo fazer minha tarefa. — Por favor Angel volta quero conversar com você, esquece do trabalho agora e me diga o que aconteceu, toma uma água, se acalme e me explique. — Foi por causa daquela noite que ele quase matou minha mãe, Sophie me convidou para conhecer o trabalho dela e como eu tinha faxina aqui resolvi ir, eu não sei quem contou a ele, mas minha mãe foi quem pagou a conta. — termina chorando. — Ele quem Angel? — Henry questiona. — Charles senhor Muller meu ex- padrasto ele nunca aceitou mamãe e sempre fazia questão de relembrar aonde havia conhecido, agora essa obsessão por mim tornou um homem doente. — Henry fecha a cara. — Já posso imaginar o que ele fez com sua mãe, sei que você está fazendo de tudo para não deixar ninguém perceber, mas seu sofrimento é visível..esquece o trabalho hoje vai ficar com sua mãe, mas antes quero seu contato, você pode me passar? — Sim senhor Muller e muito obrigada pela atenção. Angel passa seu w******p é exatamente o número que Richard havia passado, Henry dá um sorriso e autoriza Natasha para chamar seu motorista e levar Angel até a residência onde está hospedada. Elizabeth estava muito machucada Sophie prepara um chá calmante enquanto Angel ajuda sua mãe tomar um banho. — Mamãe precisamos falar com a polícia, olha como aquele maldito lhe deixou. — Meu anjo deixa isso pra lá, esses machucados vão se curar, já me curei uma vez.. — Quando foi isso mamãe? — pergunta Angel. — Quando assassinaram seu pai, ele era usuário de drogas e ficou devendo muito, já não tinha mais o que fazer para pagá-los então numa noite de inverno, ele pagou com vida e ainda salvou nos duas da morte, quando os rapazes a quem ele devia chegou e o chamou, ele me deu um beijo outro em você e disse.. “se enrole em cobertores e saiam pelos fundos”. Angel minha filha mesmo sendo um viciado em drogas ele eram um bom homem, sai com você a poucos minutos escutei tiros, e logo após colocaram fogo em nossa casa, virou apenas um amontoado de cinzas e corpo de seu pai totalmente carbonizado, o Charles me fez está doendo muito, mas vou vencer. Sophie chega com o chá calmante e alguns comprimidos, — Dona Elizabeth tome seu chá junto com esses remédios e pode deitar ali na cama, você precisa descansar e muito. — Obrigada minha linda. — Coloque este roupão aqui ele é bem quentinho e pode dormir, aqui está segura. Em instantes Elizabeth dormia. — Angel vem até a sala quero conversar com você, sei que não é bem a hora mais precisa falar com polícia, o que esse canalha fez com sua mãe, nem sei dizer se ela foi estuprada ou violentada, está cheia de hematomas, você precisa fazer alguma coisa! — Sophie aconselha. — Isso tudo foi por raiva Sophie você estava certa ele fica me vigiando. — Agora que você precisa mesmo conversar com a polícia Angel. — Hoje o senhor Muller me dispensou, ele é um homem muito observador Sophie, percebeu que não estava bem, conversou comigo disse que me viu com você lá na strass e até deu ordens para o motorista dele me trazer, quer que eu trabalhe até sábado, mas agora mamãe assim. — Pode ir trabalhar garota durante o dia cuido dela ok? E acho que alguém ficou muito interessado na pequena Angel — vira as costas dando um sorriso. — Eu acho que ele gostou da minha limpeza Sophie é só isso. — Pra mim ele está atraído pela pessoa que fez a limpeza. — dá outra gargalhada. — Você não existe Sophie. — brinca Angel. — E você é uma sortuda — responde Sophie. Enquanto conversam, o celular de Angel vibra, Angel pensa ser aquele d***o mas para seu alívio é senhor Muller. “Olá Angel, como você está? E sua mãe está bem? Foram a um médico?” “Olá senhor Muller, estou bem sim obrigada, e mamãe está dormindo parece bem melhor.” “Angel qualquer coisa que vocês duas precisarem é só você me dizer ok?” “Obrigada senhor Muller, no momento estamos bem Obrigada boa noite.” “Boa noite Angel até amanhã.” — Deixa eu ver a foto do bonitão Angel? — Sim Sophie pode ver ele é muito lindo mesmo — diz e dá um sorriso. — Angel!! — grita Sophie. — Calma vai acordar mamãe. — Esse homem estava sentado de frente para o palco. Agora entendi tudo Angel, ele nos viu chegar e pensou que você também era dançarina, por isso a pergunta hoje para você.. a forma em que ele molhava, parecia estar procurando alguém, era você garota — ela vira os olhos dando uma gargalhada. — Olha só, tem romance no ar, que mensagem linda e carinhosa. — Sophie já disse que você não presta — fala Angel e saem para olhar sua mãe. Henry está em seu apartamento tomando um whisky, olha a foto de Angel no celular e fica imaginando. “Como ela é linda, tem um sorriso inocente, e ontem ouvindo música parecia uma menina, isso não pode estar acontecendo comigo, essa garota parece ter um imã com ela que me atrai, quero pensar em outras coisas como a venda maravilhosa que fiz, mas ela não sai dos meus pensamentos, e toda vez que penso naquele corpo, minha mão escorregando pelas aquelas curvas, aquela boquinha rosadinha, chego arrepiar e meu p*u dói de tão duro que fica, preciso passar mais tempo com ela mas somente nós dois e será sábado, se tudo correr bem vou pedir para ela da uma limpeza aqui no meu escritório, aqui será só eu e ela.” A semana passa rápido Dona Elizabeth está bem melhor e Angel vai todos os dias trabalhar sendo observada o tempo todo pelo senhor Muller, chegando o sábado ela aparece no trabalho já que para Angel será seu último dia, e ela já está procurando mais faxinas para a próxima semana. O elevador abre. — Bom dia Angel, tudo bem com você? — Bom dia senhor Muller estou bem sim, obrigada. — Angel — chama Henry — Hoje você vai comigo para meu apartamento, quero que você limpe meu escritório, está uma bagunça, você poderia vir comigo? Angel pensa. “Preciso terminar a semana.” — Vou só pegar alguns papéis aqui e já vamos ok? — Sim senhor Muller. Henry entra na sala e pega uns documentos saem e Angel o espera. — Vamos Angel — chama Henry. — Vou descer por outro elevador senhor Muller. — Angel diz desconcertada. — Não Angel você vai descer comigo ok? Chegando no estacionamento ele abre a porta do carro e pede Angel para entrar. “Que carro lindo” - pensa Angel - "Nunca mais vou andar em outro igual a esse.. nossa é uma Ferrari, quando eu contar a Sophie.” — Fico feliz de ver você sorrindo Angel — fala Henry olhando para Angel. — Desculpe senhor Muller estava lembrando de minha amiga Sophie. — Você ainda está no apartamento dela? — pergunta Henry. — Sim senhor Muller, até mamãe ficar bem ela quer nós por perto, Sophie é uma grande amiga. Durante o caminho até o apartamento Henry não para de observar Angel, e sente uma atração tão avassaladora como nunca sentiu por ninguém.
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