Chacal raspou todo o cabelo de Luana com uma precisão fria e calculada. Cada fio que caía ao chão parecia um símbolo de sua antiga vida, de seu relacionamento tumultuado que havia chegado ao fim. Enquanto a lâmina da máquina cortava os últimos vestígios de seus cabelos, Luana chorava copiosamente, seu rosto marcado pela frustração e pela impotência. Ela não tinha escolha; naquele momento, Chacal era o único que detinha o poder. Ela sabia que qualquer resistência seria fútil. Ele a observava como um predador que havia encontrado sua presa, e Luana sentia a verdade de suas palavras. Se ela tentasse fazer qualquer coisa que desafiava a autoridade dele, seria um passo em direção à sua própria destruição. Os olhares dos presentes eram uma mistura de choque e admiração, como se todos estivesse

