Zangado Narrando Ela explodiu na minha boca, e eu não deixei escapar nada. Cada gota do mel dela eu bebi, sentindo o gosto viciante da safadä que agora era minha. Quando ela se acalmou, me olhou com aquele brilho de desejo nos olhos e soltou no meu ouvido: — Quero leite. — A safadä pediu, assim na lata. Minha respiração falhou por um segundo. Não precisei que ela falasse duas vezes. Me posicionei na frente dela, tirando meu paü pra fora sem cerimônia, já sentindo ele pulsar na expectativa. A safadä não perdeu tempo, agarrou firme e colocou na boca, sem aviso, me fazendo soltar um gemido rouco. — Carälho, Marcela... — grunhi, segurando firme no cabelo dela, puxando devagar, controlando o ritmo. Ela sugava com vontade, a boca quente deslizando pelo meu paü, me deixando doido. Os olhos

