Pantera Narrando Me ajeitei melhor entre as pernas dela, segurando firme suas coxas, abrindo mais ainda pra mim. Minha língua deslizou lenta, provocando, enquanto meus dedos brincavam no c******s inchado dela. — Porrä, Pantera… isso… assim… caralhö! — Ela gemeu, rebolando contra minha boca, perdendo o controle. Eu continuei, sugando, lambendo, sentindo o gosto delicioso dela se espalhar na minha língua. Enfiei dois dedos, sentindo a bucetä dela apertar na hora. A safadä gritou, puxando meu cabelo, empurrando a b****a contra mim, toda entregue. — Isso, isso… não para, gostoso, não para… tô gozan… caralhö! — Ela se contorceu, tremendo inteira, e eu continuei chupändo, lambendo cada gota do gozö dela, enquanto sentia o corpo dela perder as forças. — Pantera… — Ela arfou, tentando recupe

