Miguel Narrando Madá tava ali, pelodonä na minha frente, e eu sabia que não tinha volta. Desde que ela pisou nesse presídio, desde que me encarou daquele jeito cheio de raiva e desejo misturado, eu sabia que ia ser minha de novo. Podia fingir o que quisesse, podia tentar bancar a difícil, mas no fundo, eu sentia. Sempre senti. Peguei ela no colo e joguei na cama, meu olhar cravado no dela, estudando cada reação. Vi a forma como os olhos dela desceram pelo meu corpo quando comecei a tirar a calça, e o jeito que passou a língua pelos lábios quando meu p*u apareceu, duro, pronto pra ela. Soltei um riso de canto, convencido. — Tá gostando do que tá vendo, Madalena? Ela não respondeu, mas o olhar dela entregava tudo. A gente se entendia sem precisar de palavras. Mas eu queria ouvir da boc

