O relógio marcava quase duas da manhã quando Imperador olhou para Sofia, que estava encostada em seu braço, respirando fundo e com o rosto levemente corado pelo calor e pelo esforço da noite. — Acho que já deu por hoje — disse ele, com a voz firme, mas carregada de cuidado. — Você tá cansada, e a essa hora é melhor a gente ir embora. Sofia sorriu, cansada, mas divertida com a situação. — Minhas pernas tão pesadas… mas juro que valeu a pena. Foi divertido — disse, tentando aliviar a tensão do corpo. Eles se levantaram, e Imperador segurou a cintura dela, ajudando-a a descer os degraus do camarote até a saída. Lá fora, o ar fresco da madrugada trouxe um pouco de alívio. Os olhares atentos de segurança e aliados ainda estavam presentes, mas agora apenas observando enquanto eles se afastav

