Imperador acordou antes do sol aparecer por completo. O céu ainda estava num tom indefinido entre a noite e o dia, aquele horário em que o morro parecia suspenso, quieto demais para quem vivia acostumado ao barulho constante. Ele se sentou na cama por alguns segundos, ouvindo os sons distantes da Babilônia despertando devagar, e então levantou. Era rotina. Corpo acostumado a acordar cedo, mente sempre alerta. Levantou, tomou banho e vestiu uma camiseta escura, passou a mão pelo rosto ainda pesado de sono e saiu do quarto sem fazer barulho. Desceu as escadas com passos firmes e foi direto para a cozinha. Abriu o armário, pegou o ** de café, colocou a água para esquentar. O cheiro começou a se espalhar rápido, preenchendo a casa de algo simples, doméstico, quase estranho naquele território

