O sol já estava alto quando Alexandre e Sofia finalmente deixaram o quarto. A casa estava mergulhada em um silêncio raro, resultado da ordem direta que ele dera pelo rádio horas antes. O corredor estava fresco, mas conforme se aproximavam da cozinha, o calor do verão carioca começava a se fazer presente, convidativo. Sofia caminhava ao lado dele, vestindo um camisetão preto dele que batia no meio de suas coxas. Ela se sentia flutuar, mas no fundo da mente, aquela vozinha insegura ainda sussurrava. Alexandre, percebendo o silêncio dela, não disse nada de imediato; ele apenas a guiou até o banheiro principal. — Banho primeiro — disse ele, ligando o chuveiro e deixando a água morna escorrer. Eles entraram juntos. Sob o jato d’água, a i********e era absoluta. Alexandre pegou a esponja e o s

