Na penumbra acolhedora do quarto, iluminado apenas pela suave luz que filtrava das cortinas, Caíque deitou Renata na cama. O toque da roupa de cama macia contra a pele úmida dela foi um convite silencioso para o que estava por vir. Os olhos dele, cheios de adoração e um desejo contido, não a abandonaram por um instante. Ele se ajoelhou ao lado dela, uma mão suavemente apoiada na coxa de Renata, sentindo a delicadeza e o calor. Caíque se inclinou, e beijou sua testa, suas pálpebras, o nariz arrebitado e, finalmente, a boca. Este não era um beijo faminto, mas uma promessa, um início lento e deliberado de uma jornada a dois. — Você é linda — ele sussurrou contra os lábios dela, e Renata sentiu um arrepio gostoso percorrer seu corpo. Ela sorriu, os olhos brilhando em resposta. Seus de

