CAIQUE - SANTUÁRIO DE NÓS DOIS

930 Words

​A respiração ofegante de Renata encontrou a de Caíque no ar quente da noite. O beijo, antes urgente e faminto, suavizou-se, tornando-se uma troca lenta e profunda de promessas não ditas. ​Caíque se afastou o suficiente para fitá-la, os olhos castanhos incandescentes sob a luz da lua. Ele enquadrou o rosto dela com as duas mãos, sentindo a pele macia e o calor da sua excitação. ​— Vamos entrar — ele sussurrou, a voz rouca de desejo e nervosismo. ​Renata assentiu, um sorriso tímido, mas absolutamente radiante, brincando em seus lábios. Ela não precisou de mais convite. Entrelaçaram os dedos, um toque mais seguro, mais nosso, e Caíque a conduziu para dentro da casa, para longe da brisa. ​O caminho do quintal até o quarto principal parecia uma eternidade e, ao mesmo tempo, um piscar de ol

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