Três dias se passaram. Davina chegou à mansão. Robert estava deitado no sofá, entristecido, perdido em seus pensamentos. — Boa tarde, Robert. — disse Davina ao entrar. — Boa tarde, Davina. — respondeu ele, sem ânimo. — Meus filhos estão? — Não, estão na escola. — Mas tudo bem… Outra hora eu volto. — Não, Davina. Espera. — ele se levantou do sofá, a tensão estampada no rosto. — Por que você levou o Lucas para o aniversário? Por que você fez um contrato de submissa com ele? Davina respirou fundo, tentando controlar as lágrimas: — Robert… Eu fui naquele aniversário para me divertir, para fazer as pazes com você. Eu comprei o relógio para sua coleção, dei para os nossos irmãos também. Eu pensei que nós ficaríamos juntos aquela noite. Ele suspirou: — Eu também pensei… — Não, você não

