silêncio que se seguiu foi quase mortal. Davina nem se mexeu. Apenas ergueu o queixo, os olhos fixos em Leandro com um desdém silencioso. Aquela provocação foi demais para Robert. Num rompante, ele empurrou Leandro contra a parede de novo, mais forte, mais violento. — CUIDADO COM AS PALAVRAS, SEU MERDA! — rugiu Robert, o rosto a centímetros do outro. — A mulher que você está tentando humilhar é a mulher que você perdeu! E você perdeu porque é pequeno demais pra ela! Porque nunca a valorizou, nunca enxergou quem ela realmente era! E agora... agora que ela brilha, você aparece querendo um pedaço da luz que nunca te pertenceu! Robert o soltou, mas seus olhos ainda queimavam. A energia que emanava dele era selvagem, possessiva, feroz. — Ela é minha mulher! — disse entre dentes. — Ela me es

