no dia seguinte, Alice chegou em casa com os olhos inchados de tanto chorar, o rosto pálido. Ela não falou nada, apenas correu para o quarto de Davina e se jogou em seus braços, chorando desesperadamente. Davina a abraçou com força, tentando acalmá-la, mas sentindo seu corpo inteiro tremendo com o que quer que estivesse acontecendo. — Alice, o que aconteceu? — Davina perguntou, a voz trêmula, já pressentindo que algo estava muito errado. Alice, ainda soluçando, tentou falar, mas as palavras saíam entrecortadas. Ela se afastou um pouco da mãe, ainda chorando intensamente. — Mãe… o João… ele… — Alice disse, mas logo se calou, incapaz de continuar. A dor era visível, e as palavras pareciam pesar demais para ela. Davina a puxou novamente para os seus braços, acariciando seus cabelos com su

