Na manhã seguinte, Robert saiu cedo do hospital, deixando Davina dormindo exausta ao lado do pequeno Noah, que já estava mais estável, ainda sob efeito de medicamentos. O ar estava mais leve, mas a raiva dentro dele… ainda ardia. Ele foi direto à delegacia central, onde agora funcionava a sede da Superintendência de Polícia do Estado. Assim que chegou, foi conduzido sem nenhuma burocracia até o último andar, onde um homem alto, de terno escuro, olhar frio e barba grisalha o esperava com um café já servido. — Robert... finalmente. — disse o homem, abrindo um sorriso raro e sincero. — Senta aí, irmão. — Você sabe que quando eu apareço é porque coisa grande aconteceu. — Robert se sentou, apoiando os cotovelos na mesa. — Eu já soube dos boatos… — disse o superintendente, abrindo um dossiê

