No dia seguinte me acordei com uma doce voz, que eu conhecia muito bem, e adorava. - Que bonito hein, sua traidora. Era Maytê. Estava em pé e de braços cruzados na frente da cama, porém, não parecia brava, não de verdade. - Bom dia! - Digo ainda meio sonolenta. - Não me venha com esse papo furado de ''bom dia''. - Falou Maytê. - Como que você dorme comigo e acorda com ela? Nisso Malu se acordou, ainda estava bastante sonolenta, ela ficou tentando entender o que estava havendo, não queria que ela se sentisse m*l por May estar enciumada. - Desculpa, meu amor, a Malu pediu pra eu dormir aqui com ela, não pude negar. - Falei puxando -a levemente e ca olocando entre meus braços. Você me perdoa? Eis que ela abriu um lindo sorriso. - Te peguei. - Falou. - Eu não tô brava, pelo contrário,

