Tucano narrando Acordei cedo, mas com a cabeça cheia. Desde aquela confusão com o Gibi, nada ficou no lugar. A Bruna tava quieta, mas eu conheço ela… quando ela tá calada demais, é porque vem cobrança. E não demorou. Ela sentou na beirada da cama, com aquele olhar firme que só ela tem. O sol batia de leve na cortina, mas o clima entre a gente tava pesado. — A gente precisa conversar, Tucano. — disse ela, olhando direto nos meus olhos. Respirei fundo. Sabia que vinha coisa. — Fala, Bruna. — Tu precisa entender que não pode controlar tudo e todo mundo… — Bruna, tu viu o que aconteceu. A Sofia é minha responsabilidade. Ele é da boca, c*****o! — E ela é uma pessoa, não um objeto, p***a. — a voz dela cresceu um pouco. — Eu entendo teu cuidado, teu medo… mas tu passou dos limites. Ela go

