Não sei se a versão contada pela Rapunzel é verdade. Ela diz que não conhece ele, que os pais foram mortos, e que ela seria estuprada. Essa p***a é linda para c*****o, eu confesso, seu corpo é delicioso. Eu amei ver ela peladinha, se me der condições eu pego sem dor.
Confesso que ela está extremamente assustada e preocupada com essa situação dela. Ao ver o corpo do Sub jogado no chão, a mina desmaiou nos meus braços e os vapores se aproximaram.
— Chefe, essa é a mulher do Malvadão? — X10 pergunta.
— Não, ela não é mulher daquele filho da p**a. Tira a p***a do olho dela. — Rosno para ele.
— Desculpa! — Fala.
— Saia daqui. Cadê o Ratão? — Pergunto.
— Seguiu para resolver as coisas. — Afirma.
Em seguida X10 e os caras saem dali deixando-me sozinho com a Rapunzel que estava completamente desmaiada.
— O que eu faço contigo, garota? Se eu te deixar para trás aquele filho da p**a vai te achar e te fazer m*l. Você é linda para c*****o e tem uma cara de inocente da p***a! Não sou um bom homem, mas não deixarei aquele filho da p**a destruir a sua vida como ele fez com a vida da Jamile. — Digo e a carrego com cuidado. Coloco-a no meu carro e dou a partida para o morro do Alemão, sem que ninguém perceba que eu tenha saído dali.
Estacionei o carro na porta da minha casa e com cuidado a carreguei e coloquei deitada na cama. Fiquei observando o seu corpo marcado, ela era completamente linda.
Observo seus olhos inchados, seus longos cabelos negros, como esse homem seria capaz de fazer maldade com uma mulher tão linda. Ela está completamente quebrada, eu vir a dor nos seus olhos e espero que ela fique bem um dia. Toquei seu rosto e ela despertou de vez e se levantou.
— Para, não me toca, eu vou gritar. — Diz se levantando de vez e se afasta de mim. Fica encolhida como um bicho do mato.
— Calma, eu não vou te fazer m*l. — Falo.
— Que lugar é esse? O que eu estou fazendo aqui? — Pergunta assustada. Isso é um pesadelo, me diga que eu vou acordar. — Diz chorando.
— Não é um pesadelo, eu estou aqui, você também, mas posso garantir que melhorou a sua situação. Você iria sofrer muito mais se estivesse sobre o domínio do Malvadão. — Digo e ela estremece.
— Por favor, não o deixe chegar perto de mim. — Corre na minha direção e me abraça. Ela chorava muito. Grudou seu rosto no meu e eu paralisei analisando seu rosto. — Por favor, me prometa que não vai me devolver aquele homem. Eu faço qualquer coisa para não voltar para as mãos dele. Posso limpar toda a sua casa, fazer a comida. Eu posso fazer qualquer coisa que quiser. — Fala e eu tico embriagado pela sua beleza.
— Não fale dessa forma, pois eu posso pedir coisas que você não vai querer. — Falo mordendo os lábios
— Nada nesse mundo é pior do quer se estuprada ou obrigada a viver do lado do homem que fez m*l a sua própria família. — Diz ainda grudada em mim.
— Como é seu nome? — Pergunto.
— Fernanda. Eu sou a Fernanda! — Diz e eu balanço a cabeça.
— Você é linda, Fernanda! — Toco seu rosto.
— Como é o seu nome? — pergunto.
— Rafael! Sou o dono desse morro, e chefe do p*u no cu que te sequestrou. Eu quero matar ele, vou fazer isso. Você vai ficar bem! — Falo e ela me olha.
— Eu preciso ficar perto de você para me manter segura? Não sei o que fazer, eu perdi tudo o que tinha na vida. Vir meus pais morrendo, não tenho para onde ir. — Fala e eu fecho os olhos negando a mim mesmo pelas minhas decisões.
— Fique aqui, nessa casa você sempre estará segura. Não fale com ninguém, não sai daqui. Você entendeu? Se quiser ficar segura, você precisa ficar aqui! — Falo sério.
— Não se preocupa, não vou sair daqui. Eu vou te escutar e fazer as coisas da forma que for melhor para você. Eu te agradeço por ter me salvado. Se você não tivesse chegado, não sei o que seria da minha vida, você me salvou. — Fala sorrindo. — Não sei como agradecer a você. — Fala e me abraça apertado. Sou pego de surpresa pela p***a do contato. Tento me afastar, mas o cheiro de melancia presente nos seus cabelos me prendera ali. A sensação daquela mulher nos meus braços, me vendo como um porto seguro me deixou completamente louco.
— Fernanda, eu não gosto de abraços, não precisa me abraçar dessa forma. — Peço e ela se afasta de mim.
— Desculpa, não sabe o alívio que estou sentindo de saber que estou segura. — Diz sorrindo.
— Eu vou sair daqui, vou fiscalizar uma parada. Não saia da p***a do quarto! — Rosno e saiu apresado daquele lugar.
Saiu de casa e sigo na direção da boca, lá encontro o Ratão que ao me ver faz toque e diz.
— Mano, vasculhei o morro todo e nada do Malvadão. Os cara falaram que você achou a mina dele. a Torturou? — Pergunta.
— Que p***a de mulher do Malvadão. Eu achei a mina que ele sequestrou e iria estuprar, ela seria a próxima vítima dele. Salvamos a mina de uma p***a de um problema. — Falo lembrando do rostinho lindo da Fernanda.
— Qual é? Esse filho da p**a gosta mesmo de fazer m*l as meninas inocentes. É um cuzão. — Rosna o Ratão.
.— Quando eu pegar esse filho da p**a. Vou fazer churrasquinho de Malvadão. — Rosno. — Tenho coragem de corta parte por parte do corpo dele e colocar para assar na churrasqueira. Esse homem não presta. — Falo sério.
— A hora dele vai chegar irmão! — Diz e ficamos sentados por um tempo marolano. Quando a noite chegou, eu sair daquele lugar e fui para a minha casa. Entrei no meu quarto e me joguei na cama com os olhos pesados de sono.
Desperto no dia seguinte com meu telefone tocando. Pego-o e vejo o nome do Ratão no visor.
— Fala, Playboy. Não vai levantar não cinderela? Estou aqui embaixo. — Diz cheio de graça.
— Qual é? Virou despertador, viado? — Pergunto.
— Adoro ver a minha mulher. — Diz com voz de p**a.
—Se fuder, eu gosto de b****a e você sabe muito bem disso. — Digo.
— Leva de uma vez, Playboy. — Diz e eu desligo o telefone e me levanto para ver qual é a dele.