cap 11 - Playboy

1156 Words
Despertei e percebi que a Fernanda não estava em casa, fui ao seu quarto e não encontrei ela. Sair de casa com a minha arma na cintura, na minha cabeça a única coisa que se passava foi que o filho da p**a do malvadão tenha tirado ela daqui, ou que alguma p***a está errada. Será que eu me enganei sobre essa mulher e ela não é o que eu pensava. Saiu de casa e encurralo os caras que ficam na porta da minha casa. — Alguém viu, uma baixinha, com a p***a de um cabelão preto? — Pergunto. — A moça que saiu da sua casa? — Pergunta o palhaço. — Saiu da minha casa? Para onde ela foi e com quem? — Pergunto nervoso. — Foi com o Orelha, ela pediu para conhecer o morro. — Diz sem jeito. — Filha da p**a! Vocês vão pagar por ter conversado e deixado ela sair sem me comunicar. — Rosno e sigo na direção da praça. Assim que chego vejo a Fernanda com o vestido da Debora e ele caiu muito bem no corpo dela. Senti que ela esta amedrontada e coagida pelo Ratão que estava tentando se aproximar e eu enlouqueci ao ver aquela p***a. Matei-o na frente de todos e em seguida arrastei Fernanda até a minha casa. Assim que chegamos em casa jogo ela no sofá que diz. — Aí, você me machucou! — Informa. — Te machuquei? Que c*****o você pensa que está fazendo? p***a, Fernanda! — Rosno bravo. — Eu estou cansada de ficar presa aqui, eu quero ver as coisas, queria saber como é o morro, não posso? — Pergunta. — Não! Eu disse para ficar dentro de casa, para não ir para lugar nenhum! Você virou amigas dos vapores? p***a, Fernanda. Eu não quero você andando sozinha pelo morro, você entendeu? — Pergunto bravo. — Serei sua prisioneira? Não posso conversar com ninguém, você diz que não quer contato comigo. Meu destino é viver sem nada, sem ninguém? — Pergunta nervosa. — Esse lugar não é para você, p***a! Esse morro está cheio de homens que querem apenas usar o seu corpo, eles querem sexo. Querem te destruir, o Malvadão é nada perante os homens que podem te fazer m*l. — Informo. — Você também quer me fazer m*l! — Diz me olhando. — Você me faz m*l, quando me machuca com suas palavras. — Eu te machuco com a p***a da verdade. Você tem algum problema em respeitar regras? A única coisa que eu te pedir foi para não falar com ninguém, não se aproximar de ninguém. Eu quero que seja invisível, p***a! — Digo e ela começa a chorar. — Eu não estou acostumada com isso, essa não é a minha vida. Eu era feliz e agora sou obrigada a viver presa nessa casa. Não posso falar com ninguém, nem mesmo com você que insisti em dizer que vamos viver cada um em um canto. — Fala e eu fecho os olhos. — Fernanda! Se quiser, vai embora, vai ser você, por si mesma. Se o Malvadão te pegar o problema é seu. — Informo. — Você sabe que eu tenho como sair daqui? Para onde eu vou? Se não for para a mão do Malvadão, eu vou para debaixo da ponte, pois os meus pais estão mortos e eu estou sozinha no mundo, não tenho nada, não tenho ninguém, tento ser forte, tento sorrir, tento te entender, mas eu estou ficando perdida. — Diz chorando e eu a suspendo. Fernanda me olha nos olhos e eu digo. — Eu já falei que entendo todo o seu sofrimento, estou tentando te ajudar e olha que eu não sou homem de ajudar as pessoas, não tenho sentimentos e mesmo assim estou aqui, você precisa me ouvir para essa p***a dar certo. Quando o Malvadão estiver morto, você tem sua liberdade. — Você vai mandar eu ir embora? Não me quer por perto? Para onde eu vou, Rafael? Eu estou perdida, não tenho rumo, nem sei o que fazer da minha vida. Estou desesperada, a dor é muito grande, eu vir meus pais morrendo e nada pude fazer. As cenas são fortes e estão presentes em mim, na minha mente. Estou confiando em você, acredito no que você diz, na sua palavra! Você é a minha única esperança, a única pessoa que tenho. Entenda que é difícil para mim. — Diz me deixando desconcertado. — Se você confia em mim. Então me escute, faça o que eu mando e tudo vai acabar bem, não sai dessa casa. Você entendeu? — Pergunto. — Sim, eu entendi. — Fala e eu olho para seu corpo com aquele vestido. — Essa p***a de roupa não ficou muito legal. Não vista nunca mais, entendeu? — Pergunta. — Ela é da sua namorada? — Pergunta sem jeito. — Eu não tenho namorada, Rapunzel. — Informo. — Desculpa, eu vou tirar essa roupa. — Diz sem jeito. — To indo na boca, vou resolver uns b.os e volto para o café da noite. — Informo e ela se aproxima de mim. — Ta bom, eu não quero brigar com você. — Diz e beija meu rosto me pegando de surpresa. Ela sai da sala e eu toco o rosto. — Tem algo errado, as vezes penso que você está me provocando, Rapunzel. — Digo para mim mesmo e saiu dali. Sigo para a boca e assim que chego na minha casa encontro o Capitão, ele me olha com uma cara de reprovação e diz. — O que aconteceu? Você matou o Ratão, ele está a anos contigo. Ficou maluco? — Pergunta meu irmão. — Fiquei não, eu decidir matar, quem foi o fifi que bateu com as línguas nos dentes? — Pergunto. — Eu vir o corpo na vala e questionei. Você matou, ele era X9? — Pergunta. — Vai se fuder, eu faço o que eu quero, não se preocupa que já tem substituto. O FP está vindo e ele será o novo Subdono. Aqui é assim, trabalhou errado é bala na cabeça. — Informo. — Você está piorando, isso não é legal. Nunca pensei que seria capaz de matar seu próprio amigo. — Diz meu irmão. — Se fizer algo que me importune sou capaz sim, mas enfim! Veio aqui para isso? — Pergunta. — Não, eu vim te dizer que mandei uns homens para cassar o Malvadão, ele não é um homem comum e não podemos dar vacilo. Falei com o Miguel para cuidar das crianças e da Debora, eu estou cuidando da Geovana e da Mi. — Informa. — Eu não tenho ninguém, esqueceu que eu escolhi a solidão? Quero me enrolar com mulher nenhuma não. — Informo e ele me olha. — Um dia alguém vai tocar seu coração, seu cuzão! Estou indo para casa. —Fala saindo dali e eu fico sentado na minha sala analisando as minhas últimas atitudes.
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