cap.13 - playboy

1158 Words
Despertei sentindo dores no braço, olhei para cama e Fernanda estava dormindo serena, seus cabelos espalhado. Confesso que ela está mexendo com a mente do bandido, mas eu não sou capaz de me apaixonar por ninguém. Com cuidado eu saiu dos braços dela e saiu dali rapidamente indo direto para meu quarto. Tomo um banho gelado e em seguida desço as escadas para tomar um café. Estava sentado na cadeira quando ela chegou usando somente a minha camisa, ela era completamente sexy e eu nunca havia reparado como a minha camisa cai muito melhor nela do que em mim. Fernanda se aproxima de mim e se senta no meu colo me pegando de surpresa. Ela beija minha boca com desejo e eu não consigo resistir. Pego ela pela cintura e falo no seu ouvido. — Está brincando com fogo e não sabe quem sou eu. — Rosno. —Eu quero ficar com você, Rafael. — Diz e eu puxo sua camisa a deixando exposta para mim, seus s***s eram pequenos. Não perdi tempo e passei a boca neles chupando-o. — Ah! — Geme colocando a cabeça para trás. — Você quer, sua safada? — Pergunto apertando sua cintura e ela morde meus lábios. — Me ensina, me faça mulher! Me guardei todos esses anos e sinto que esse é o momento. Eu quero me entregar a você. — Diz e eu olho nos seus olhos. — Espera, você está dizendo que nunca fez sexo nessa vida? — Questiono. — Nunca, eu me guardei para você e agora quero ser sua. Me faça sua, Rafael! — Pedi e eu não resisto. Puxo a toalha da mesa e jogo tudo no chão. Com cuidado abro sua perna a deixando exposta. — c*****o, sua b*******a é pequena e está toda vermelha. Alguém já te beijo na b*******a? — Pergunto sem pudor. — Serei sua, só você pode tocar nela, faça o que quiser comigo. — Diz me levando a loucura. Passo a boca na b****a dela e começo a chupar. — Ah! — Geme baixinho e eu faço movimentos de círculos no seu clítoris. — Ah! — Geme novamente e meu telefone toca. Passo a língua na sua barriga e subo beijando sua boca. — Nunca gozou nessa vida? — Pergunto. — Quero que seja o primeiro e único a me fazer geme e gozar. — Afirma engatilhando um bagulho doidão em mim. Desço a boca e começo a chupar ela novamente. — Ah! — Geme puxando meu cabelo, ela se contorce e goza na minha boca. Meu telefone toca. — c*****o, isso não é hora. — Falo bravo e contínuo meu serviço, enlouquecendo-a com a minha língua. — Ah, eu não vou aguentar. — Diz vermelha. — c*****o! — Rosno quando meu telefone toca novamente. — Acho bom atender. — Ela diz fechando as pernas e eu pego meu telefone vendo o número do FP. — Qual é? Espero que seja um assunto muito importante seu empata f**a! — Rosno e a Fernanda veste a camisa. — Eu cheguei, queria te dizer que estou aqui. Venha para boca, mano, pois temos umas coisas para resolver. — Diz. — Marca uns 30 minutos, que estou resolvendo uns b.os. — Digo desligando o telefone. Jogo ele na mesa e caminho na direção da Fernanda a pegando pela cintura. Prendo a mina na parede e grudo nossa boca em um beijo frenético. Vou descendo a boca e beijo seu pescoço. Eu estava subindo pelas paredes. — Espera! — Ela diz. — Vai resolver suas coisas. — Ela diz me afastando. — Ele espera, vamos nos resolver aqui. — Digo puxando-a pela cintura e beijo novamente. — Calma, eu não estou preparada! — Diz sem jeito. Estou com vergonha. — Essa p***a é mentira, você está preparada sim, não se preocupa, vou ser carinhoso. — Digo e ela tenta se desvencilhar dos meus braços. — Rafael! Vai resolver as coisas e mais tarde nos dois continuamos a nossa brincadeira. — Ela diz. — c*****o, é brincadeira? Eu quero terminar agora. — Digo beijando sua boca, eu mordo seus lábios e ela diz. — Rafael, não estou preparada, eu estou nervosa. Por favor, para agora. — Me empurra brava. — Qual é? Não te agrado. — Pergunto. — Sim, mas eu sonhei com algo especial. Podemos fazer do meu jeito? Já falei que vou me entregar a você e não estou mentido. — Diz e eu passo a mão no meu p*u. — O problema é como eu vou apagar o meu fogo? — Pergunto e ela tira a calcinha me enlouquecendo, meu p*u estava pulsando de desejo. — Essa é a única peça de roupa que eu tenho, ela está bem molhadinha. — Joga em cima de mim e involuntariamente eu cheiro. — p**a que pariu, dessa forma que você está me ajudando? — pergunto. — Eu vir em um livro, você pode se satisfazer e esse objeto está lubrificado por mim, está com meu líquido, está quente. Coloca no seu p*u e usa a mão. — Diz sínica e eu puxo ela pelo cabelo. — Sua pilantra, de santa você não tem nada. E verdade que é virgem ou está tentando me enganar? — Questiona. — Falei que sou virgem, não que sou santa. — Diz me dando um selinho e em seguida sai deixando-me sozinho. c*****o, eu estava com o p*u pulsando de desejo e não tive outra alternativa. Subi as escadas e entrei no meu quarto batendo a porta. Entrei no banheiro e tirei meu short, eu enrolei a calcinha dela no meu p*u e comecei a movimentar. — Oh, Fernanda, você é uma pimenta. — Rosno enquanto imagino a boquinha dela no meu p*u. Essa p***a me enganou, mexeu com a minha mente. Penso enquanto movimento a mão, eu queria a mão daquela cachorra sobre meu p*u, queria a boquinha dela, mas a safada me negou. Bati uma pensando nela e usei sua calcinha encharcada para lembrar do cheiro dela. Assim que terminei liguei o chuveiro e tomei um banho gelado para apagar meu fogo. Aquela safada foi capaz de me enlouquecer. Vesti uma roupa, desci as escadas e não encontrei ela em lugar nenhum. Fui direto para a boca e assim que cheguei o FP questionou. — p***a que demora! — Fala se sentando. — Foi m*l! — Digo e minha mente viaja completamente no momento em que a filha da p**a me negou. “Falei que sou virgem, não que sou santa.” — Playboy, você está me ouvindo? — Questiona FP. — Que p***a ela quis dizer com, sou virgem, não santa? c*****o, ela provocou outros homens desse jeito? — Ou cara, do que está falando? — FP questiona. — Espera, eu preciso tirar umas coisas alimpo com uma Pimenta que está me enlouquecendo. — Digo me levantando. — Dessa vez será quantas horas de relógio, mano? — Fica na sua, FP! — Digo e saiu dali.
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