Cap.15 Playboy

1103 Words
A garota estava completamente pelada, como resistir a esse c*****o? Ela disse que não tinha roupa e eu a levei na loja da Bibi. Deixei-a lá e vir para o trabalho. A safada beijou minha boca na frente de todos. Segui para a boca e o FP me olhava de braços cruzados. Ele abre um sorriso sacana e diz. — O remanescente está sendo abatido também? — Questiona. — Do que você está falando? — Pergunto. — Esses seus surtos repentinos tem haver com mulher, eu tenho certeza. Como ela é? — Questiona. — Tem p***a nenhuma, eu estou normal. — Digo sem jeito. — Entendi, mas não acredito nessa p***a! — Fala sorrindo. — Problema é seu, vamos resolver os B.Os da favela. — Digo. — Cara qual foi o crime cometido pelo Ratão para você matar ele? — FP questiona. — O filho da p**a olhou para a Rapunzel, não ia perdoar essa p***a! — Rosno. — Quem é Rapunzel? — Questiona com um sorriso na boca. — Vai se fuder, não te interessa quem é Rapunzel. — Falo sério. —Já sei que é a dona do seu coração. — Sorrir. — Meu coração não tem dona, p***a! — Rosno e ele balança a cabeça. Comecei a explicar a ele como estavam as coisas e como ele iria resolver do nada o cara solta uma perola nada haver com a nossa conversa. — Cara, eu preciso conhecer logo, para eu saber quem é e não ter o mesmo fim do Ratão. — Diz e eu o empurro. — Se fuder, que c*****o. Vai ficar falando essas merdas! — Digo bravo e a Bibi manda uma mensagem dizendo que posso buscar a Fernanda. Percebe o clima entre elas e filha da p**a da Fernanda me manipula a falar coisas que eu nem penso direito. Nos dois seguimos para casa e ela me olha com um sorriso no rosto. — Quer fiscalizar as minhas roupas? Posso te mostrar como fica elas no meu corpo. — Diz sorrindo. — Depois você vai sentar no meu p*u? — Pergunto. — Meu Deus, eu nunca fiz isso, para eu me entregar, você tem que me fazer se sentir segura, não falar essas coisas. Você imoral e eu sou virgem. — Fala e eu pergunto na lata. — Você já teve algum namorado? — Pergunto. — Não, eu nunca tive um namorado na vida. — Diz se sentando do meu lado. — Alguém chupou sua b****a do mesmo jeito que eu chupei? — Questiono sentindo um calafrio passar por todo o meu corpo. — Não, você foi o primeiro a fazer isso, mas não sei se será o único. — Diz irônica. — Ficou maluca filha da p**a? Vai dar para quem? — Pergunto nervoso puxando seu cabelo. — Ai, foi você que disse que quando o Malvadão estiver morto vou ter minha liberdade. — Diz olhando nos meus olhos. — Você quer ser livre, quer me deixar aqui e arranjar algum p*u no cu para te comer? — Pergunto. — Não falei isso, deixa de interpretar errado as minhas falas. Disse que você falou que não me quer, se você não me quer vou voltar a viver. Olha para mim, Rafael. Acha que não sou capaz de reconstruir minha vida? — Pergunta. — Você não vai reconstruir a p***a da sua vida! No dia que eu ver você com algum cuzão, eu meto bala na cabeça. Vai viver sozinha para o resto da vida. — Digo e ela se afasta de mim. — Se é assim, nos dois vamos ser condenados, pois eu não vou te deixar em paz! Sozinha eu não vou ficar, nos vamos ficar juntos. — Fala e eu dou uma gargalhada. — Eu não vou brincar de casinha contigo, nada de papai e mamãe. — Ironizo. — Isso é o que veremos. A patricinha está acostumada a ter tudo o que quer, Playboy. — Diz beijando minha boca e tira a roupa na minha frente ficando completamente pelada. — Que p***a você está fazendo? — Questiono. — Te devolvendo a roupa que não é minha, vou vestir uma das que você me deu. — Informa e pega uma calcinha fio dental e coloca no corpo. Meu p*u pulsa dentro da calça e ela olha para o volume cheia de malicia. — Vem aqui Fernanda, chega dos seus joguinhos. Se você já sabe sentar, enta para mim sua cachorra. — Digo. — Eu não sei sentar, nunca sentei na vida, mas no dia que eu sentar, eu quero que me ensine como você gosta, pois eu sou boa aluna. — Diz sentando no meu colo e eu não perco tempo, beijo a boca dela cheio de desejo, desço a boca e chupo seus s***s a levando a loucura. — ah! — Geme no meu ouvido. — c*****o, vamos para meu quarto. Vou te fazer mulher. — Digo e ela me empurra no sofá. — Você me quer? Me conquiste. Eu adoro flores, chocolate. Quero sua companhia. Me disse que era um para o lado e eu não quero isso. Quero conviver contigo. — Diz e eu dou uma risada. — Não se ache muito, pois você não é a única b****a desse mundo e eu posso muito bem comer uma p**a. — Digo e ela gargalha enquanto coloca o sutiã. — Vai lá, transa com elas e pensa em mim. No meu corpo, no meu cheiro. Na minha b*******a que pode ser exclusivamente sua, apertada, quente que nunca foi tocada por ninguém e pode ser por você. — Diz. — c*****o, seu cachorra! Eu nunca me humilhei a uma mulher, não preciso disso. Olha para mim, qualquer mulher que sentar para o pai. — Digo sério. — Mas você não quer qualquer mulher, você me quer. — Pisca para mim. — Você está certa, essa fascinação em você só vai parar quando eu te comer. — Digo sorrindo. — Depende, talvez você esteja engando e ela aumente, pois não é fascinação. Isso é amor. — Pisca olhando para mim. — Tudo bem, eu entendi que você não vai me dar sua b*******a. Mas me ajuda a ficar aliviado. Deixa-me usar seus s***s ou sua boca. — Peço descarado. Ela morde os lábios e sorrir sexy. — Minha boca? Eu nunca fiz isso na vida, posso te ajudar usando a minha mão, se você quiser. Ela pode ser mais macia, se não quiser, você vai lá fora e arranja uma daquelas putas e imagina que sou eu. — Pisca e pega os sacos saindo dali, ela me deixa sozinho e de p*u duro.
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