A filha da p**a da Fernanda está mexendo com a minha cabeça de um jeito que eu não sei explicar. Ela chupou meu p*u de um jeito tão diferente, sem frescura nenhuma, se ela realmente nunca fez essas porras e eu sou o primeiro, devo ser um homem de sorte e confesso que eu estou muito tentando por essa gostosa.
Observo o baile, confesso que essa p***a não tem importância, meu desejo mesmo é ver a morena sentando no meu p*u. Essa p***a ta me deixando louco e acredito que só depois disso para eu ficar em paz!
Estava muito louco, aquele sorriso me fode, essa p***a ta me deixando louco. A mina é feiticeira das brabas, o que é Debora ou Geovana perto dela? Bebi uma doce de tequila e essa p***a desceu rasgando. Os olhos da safada enquanto ela chupa meu p*u sem frescura martelam minha mente. Mordo os lábios e aperto meu p*u.
— Qual é cara? — Pergunta FP se aproximando.
— Você já se amarrou em alguma mina? — Questiono.
— Se eu já me amarrei em uma mina? Lógico, tem umas que pira a mente do ladrão. — Diz sorrindo.
— Estou com um monumento, ela diz que é inocente, mas acho que não. Ela não tem frescura para fazer algumas coisas. A p***a do cabelão, tem maior b***a, eu fico imaginando meu p*u dentro dela, mas ela diz que é pua, faz cu doce e me enlouquece. Essa mina tem pimenta, acho que ta brincando comigo. Um avião que essas minas do morro não chegam aos pés. — Digo.
— Quem é essa mina? Ela está mexendo com sua mente, ladrão! — FP afirma.
— A filha da p**a está brincando com a minha mente, não me dar a b****a e alega que é virgem, mas chupou meu p*u sem nenhuma frescura, c*****o! Eu preciso comer ela para ver se é isso mesmo, não acredito que ela seja pura. — Falo.
— Ninguém é puro mesmo, usa e abusa do corpo dela e pronto. — FP afirma.
— p***a, pira minha cabeça imaginar que algum homem a ensinou a fazer essas porras, pois ela me disse que aprendeu lendo os livros, eu não acredito nesse papo. — Rosno.
— Esse papo é real, minha mina fica lendo umas paradas dessa também. — FP me alerta.
— Espero que seja verdade, do jeito que estou pirado, sou capaz de sair matando os homens que ela se envolveu. — Digo.
— Quem é essa mulher? — Pergunta.
— Fica longe dela. — Rosno e me afasto dele. Danni vem na minha direção cheia de graça.
— Gostoso, você está precisando dos meus serviços? — Questiona.
— Se eu estou precisando dos seus serviços? — Pergunto e na minha mente passa uma ideia. Hoje eu vou fazer com a Rapunzel a mesma p***a que ela faz comigo.
— Quer gostoso? — Pergunta.
— Obvio que eu quero. — Pisco para ela. Imaginei como ficaria a Fernanda se percebesse que ela não tem o controle sobre mim como ela pensa.
— Vamos para o quartinho? — Ela pergunta.
— Vamos para a minha casa, quero te apresentar meu quarto. — Digo imaginando que seria uma boa provocar a Rapunzel. Coloco ela no carro e seguimos para a minha casa. Assim que chegamos eu vir os olhinhos da Fernanda perdendo o brilho. Ela fica brava e eu me aproximo. — Qual é Rapunzel? Ainda está acordada Pimentinha. — Pergunto irônico.
— Quem é essa vagabunda? — Fernanda pergunta brava.
— Vagabunda? Sou vagabunda, não! Me respeita. — Danni rebate ela.
—Não acredito que você seja tão filha da p**a para fazer isso comigo. — Diz nervosa.
— Calma Pimentinha, se quiser pode participar da brincadeira. — Digo sorrindo.
— Participar da brincadeira? Você está brincando comigo? Acha mesmo que eu vou me submeter a essa palhaçada. Essa falta de respeito que você acaba de fazer comigo. — Diz nervosa e eu começo a gargalhar.
— Falta de respeito? Você pensa que é o que? Me poupe garota. — Danni diz e Fernanda vira de vez dando maior tapão na cara dela.
— Cala a p***a da boca que meu papo é com ele, não com você sua cachorra. — Diz bravo e eu só observo.
— Quem você pensa que é para me bater? — Danni vai em cima dela e puxa os cabelos. As duas se embolam e a Fernanda grita.
— Solta os meus cabelos sua cachorra. — Afirma e puxa os cabelos da Danni que na verdade era uma peruca. — Sério, Rafael? Você quer me provocar com isso? — Diz sorrindo. Ela balança os cabelos.
— Saia de cima de mim sua louca! — Danni grita.
— Com prazer, vai Rafael t*****r com ela. Meu bem, traga quem você quiser para me provocar. Fique com quem você quiser. — Diz sorrindo.
— Está com raiva, patricinha? — Pergunta a Danni.
— Não, nem um pouco. Ele ta te usando para me provocar, não é você que ele quer. Diz a ela Rafael quem você quer de verdade. — A safada diz jogando o cabelo da Danni em cima de mim.
— Rafael, você disse que não gosta de patifaria e as mulheres que brigam por sua causa perdi o cabelo. — Diz insinuando que eu devo cortar o cabelo da Fernanda. Fernanda dar uma gargalhada para ela.
— Se toca, ele não vai cortar o cabelo da Rapunzel dele. — Olha com desprezo para a Danni. — Vai cortar meu cabelo, Rafael? E quando você quiser segurar nele enquanto eu gemo seu nome de quatro? Como vai fazer? Coloca essa v***a para fora agora. — Diz beijando minha boca. — Estou te esperando lá em cima. — Diz. E sobe as escadas me deixando completamente enfeitiçado.
— Saia, Danni! — Falo friamente.
— Amor, nos dois vamos... — Corto-a.
— Saia, c*****o! Achou mesmo que você iria conhecer meu quarto? Nem fudendo. Leva sua peruca e sai da minha casa.
— Essa patricinha manda em você, Playboy? Ela manda no bandido? — Questiona.
— Essa p***a não é da sua conta, saia da minha cara! — Rosno e ela sai dali me deixando sozinho.
Abro um sorriso imaginando a loucura que essa mina faz na minha cabeça. Vir a p***a do ciúmes estampado nos olhos dela. Fernanda está apaixonada por mim, eu estou louco por ela e preciso sentir seu corpo, não se essas porras é verdade ou mentira. Será que ela é virgem mesmo ou é tudo papo para me provocar?
Essa p***a de provocação acaba hoje, eu quero Fernanda e não sou homem de esperar, a Rapunzel será minha hoje nesse c*****o. Penso e subo as escadas de vez.