A confissão ecoou no silêncio do quarto, carregada de honestidade e vulnerabilidade, Inaya se deitou, com o corpo tenso e expectante, o acariciou no braço — Não vou, você é o meu marido, eu te pertenço! — Você pode fazer o que quiser, comigo. Mounir com um movimento suave, subiu sobre ela, se posicionando entre suas pernas, a beijou sutilmente, ela sorriu o acariciando no rosto, como se quisesse comtinuar. Os lábios dele encontraram os dela em um beijo intenso, cada toque transmitindo a urgência do desejo que os consumia, as mãos de Mounir apertavam a cintura e o quadril de Inaya, a guiando em um ritmo crescente de paixão. A ereção dura roçava na i********e dela, enviando ondas de calor e excitação por todo o corpo, Inaya ge.mia antes mesmo de se unir a ele, com o corpo se contorcen

