CAPÍTULO DOIS

3942 Words

CAPÍTULO DOIS KYLE Não consigo fechar os olhos durante muito tempo. Não sei que dia é, mas consigo manter a contagem do tempo comigo. Não dou pelo sol nascer, tal como não dou pela lua no que considero ser o céu, mas algo ilumina este espaço. Não existem estrelas, nuvens nem pássaros. O céu é um deserto infindável, refletido nos meus olhos. Mas, ainda assim, tem a sua própria luz. De momentos a momentos síncronos, ao longo do que parece ser um dia mais longo do que estou habituado, este espaço ilumina-se, para depois voltar a escurecer. Pela minha perceção, os períodos de luminosidade e de escuridão são equilibrados, conferindo-me o tempo de claridade igual ao de escuridão. Mas a única coisa que se mantém igual e constante no meu campo de visão são as paredes. Ainda aqui estou preso. N

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