Na manhã seguinte, Clara acordou ao som dos pássaros cantando suavemente do lado de fora da janela. O sol já se insinuava pelas frestas da cortina, iluminando o quarto com uma luz dourada. Ela se espreguiçou preguiçosamente, sentindo os músculos relaxarem após uma noite de sono tranquila. Henrique ainda dormia ao seu lado, seu braço jogado despreocupadamente sobre o travesseiro, o rosto calmo e sereno. Clara sorriu, aproveitando a visão dele tão relaxado. Aquele homem, que comandava uma das maiores empresas do país com uma autoridade inquestionável, parecia quase vulnerável enquanto dormia. Era uma das coisas que ela mais amava em Henrique: a dualidade entre o magnata implacável e o companheiro carinhoso que ele era com ela. Decidida a surpreendê-lo, Clara se levantou silenciosamente da

