Carla
Acordo com a cama sendo sacudida e olho para trás e o Akin estava com a mão na boca.
— Desculpa, te acordei? — ele diz, parando de rir e me olhando.
– Tudo indica que sim.
— Desculpa, mas você é muito fofa — viro-me totalmente para ele.
— Como é? — ele vira o celular para mim, e a foto é do último Cosme e Damião, que a conchinha me deixou com chantilly até no cabelo. Ela e a Rosa dos Ventos tocaram o terror no último Cosme e Damião. — Quem te mandou essa foto?
– A Melissa
– A Mel?
– A Grazy xingou ela demais.
– Está conversando com elas?
– Tô sim, queria saber mais das suas entidades e a Arlene fez um grupo e elas estão me falando mais delas. – Vou esganar essas três.
– O que elas já falaram?
– Bom – ele olha para cima. – Elas falaram que você mima muito a conchinha, tudo que a dona Maria Mulambo pede, você faz. O seu Tranca-Ruas é bem protetor com você, a vovó Maria Redonda é um amor na sua cabeça. – Ele olha para mim e se deita virado para mim. – Posso ajudar eles? – levanto uma sobrancelha confusa.
— Como assim?
– Igual como a Arlene faz com você e a Grazy – até porque a Mel quase nem vai por causa do trabalho.
— Você quer cambonar eles?
– Sim, a Arlene já me ensinou algumas palavras.
— Por quê? — me sento na cama.
– a um dos seus mundos e quero participar – acabei rindo.
— Tá falando sério?
— Tô sim! — ele sorriu. — Até a Grazy achou graça e disse que queria estar em terra quando alguém fosse oferecer algo para suas entidades e eu chegasse gritando para sair perto –Acabei rindo e ele gargalhando.
— Era isso que você estava rindo?
— Era, a Mel disse que agora não precisaria colocar uma peitoral na conchinha para ficar quieta. — Aí mesmo que ri.
– Não faria isso com a minha menina.
— Óbvio que não. Pelo que Arlene falou, enquanto a rosa dos ventos não parecer a conchinha, fica quietinha — acabei rindo.
– Se você quiser, vai ter que comprar algumas coisas para você.
– Roupa branca e entrar para a roda.
– Sim.
— Vamos lá, então?
– Onde?
–la com a mãe Maria.
— Você quer ir lá?
– Quero sim, quero falar com ela.
— Sério mesmo, amor? — ele sorri.
— Gosto quando você chama de amor — me aproximo dele e do beijo. Ele retribui com todo carinho.
Paramos o beijo e ele fica me olhando.
— Você sabe que, quando a gente começar a se chamar de apelidos carinhosos, não vai mais existir os nossos nomes para a gente.
— Como é? — ele me olha confuso.
– Tipo, se eu começar até a chamar de amor, entre nós dois não vou poder te chamar de Akin – ele olha e sorri.
— Sério?
— Sério — ele me puxa para um beijo.
— Minha vida! — ele diz assim que para o beijo, acabei sorrindo.
– Meu amor – ele sorri quando digo
– Então vamos lá?
— Bora! — ele se levanta e pega um par de roupas de dentro da bolsa dele e tira o short que ele estava usando, ficando com uma box branca.
Olho o corpo do Akin todo e me bate um te.são forte.
Fico de joelhos na cama.
— Amor, vem aqui! — ele me olha e vem até a cama.
Vou engatilhando até a beira; quando chego perto dele, vou subindo, beijando a barriga dele.
Akin enfia as mãos dentro do meu cabelo e a respiração dele vai ficando pesada.
Vou subindo, beijando e dando leve mordidinhas pela barriga e peitoral dele.
Beijo e mordo um pouco mais forte no pescoço dele, beijo o maxilar dele e Akin segura o meu rosto e fica fazendo carinho.
Akin me beija e vou sentindo as mãos dele descendo pelo meu corpo e puxo ele mais para mim, sinto o quanto ele está duro e sinto ficar encharcada.
Akin puxa o blusão que estou usando e joga longe. Ele fica olhando todo o meu corpo.
– Deita – ele manda e eu faço.
Ele fica me olhando e depois deita por cima de mim. Ele espalha o meu cabelo na cama e volta a ficar em pé.
– Vai ficar só olhando?
— Só mais um pouco — começo a ficar sem graça, só vendo ele me olhar. Tento me levantar. — Espera aí, ainda não.
— O que tu estás fazendo?
– guardando na memória esse momento– fico meio confusa, Akin deita por cima de mim e me beijar.
Akin vai descendo, beijando meu pescoço, vai descendo pelo meu colo até chegar aos meus s***s. Senti a boca dele nos meus s***s me estremecer. Ele fica uns minutos se dedicando aos meus s***s; já estava arranhando a costa dele de tanto te.são.
Depois ele vai descendo pela minha barriga até chegar na minha calcinha; levanto o meu quadril para ele tirar.
— c*****o — levanto a cabeça e olho para ele, primeira vez que o vejo chamar palavrão.
Isso é influência da Grazy e da Mel, tenho certeza.
Akin passa o polegar no meu ponto de prazer, volto a me jogar na cama.
Parece que levo um choque quando sinto a língua dele percorrendo toda essa parte, sinto a língua dele entrar dentro de mim e acabei gemendo alto e apertei a cabeça dele com as coxas. Ele para e beija as minhas coxas e depois volta a me chupar, e cada gemido que saía da minha boca era um incentivo para ele continuar.
Akin aperta e coxas enquanto enfiar a língua dentro de mim, olho pro Akin e ele ta me olhando
Ele levanta a cabeça e, sinceramente, não sei se é baba ou a minha lubrificação, mas vejo uma linha transparente ligando esses dois pontos e, passando a língua nos lábios, sinto dois dedos dentro de mim e o Akin ainda não parou de me olhar.
Ele vai subindo, passando a língua pelo meu corpo, e para nos meus s***s, chupando-os, mas o Akin não tira os dedos de dentro de mim. Estava tão, tão gostoso, que só senti tudo dentro de mim se contrair.
— Vai gozar a vida? — ele fica me olhando e acabo fechando os olhos e deixando o meu corpo estremecer. Quando o orgasmo vem, abro os olhos e o Akin está me olhando e chupando os dedos que estavam dentro de mim.
– Quero te chupar – peço, manhosa.
— Não.
– Por quê?
– Isso é para você, não para mim.
— Por que não para você? — me levanto e vou engatilhando até ele. — Quero mais. — Beijo ele e o meu gosto na boca dele só fez aumentar o meu t***o. Monto em cima dele e abaixo a box que ele ainda não tinha tirado.
Tô tão molhada que não tem resistência nem um para ele entrar dentro de mim.
Ele segura o meu quadril com força, ele para o beijo e olha para baixo.
– A gente está sem camisinha.
– f**a-se, quero te sentir todinho.
— Não vou parar.
— Não quero que pare — ele fica me olhando e vai me subindo e descendo. A cada sentada, vou sorrindo.
Ele é grosso e longo, que sinto ele quase entrando no meu útero. Espero que isso não desloque o DIU.
Jogo a cabeça para trás em puro êxtase, sinto a boca dele no meu seio, seguro a cabeça dele, empurro ele na cama e fico subindo e descendo nele com vontade. Ele tira a boca do meu seio, beija e me dá umas palmadas. Ele segura o meu quadril e me faz ir mais rápido.
— Vou gozar a vida — ele diz, parando o beijo.
— Gozar pra mim, amor. — Ficamos nos encarando até sair um gemido rouco dele. Vou parando devagar e voltamos a nos beijar. Paro o beijo e deito a cabeça no peito dele, ofegante. Ele fica passando a mão nas minhas costas.
Akin começa a rir.
— O que foi? — pergunto, ainda ofegante.
— Não sei se é sua lubrificação ou o meu g**o escorrendo.
– Devem ser os dois.
— Pode ser — ele beija o meu rosto. — Amei o nosso encaixe, é perfeito. — Acabei rindo.
Akin fica me fazendo cafuné.
Não quero sair daqui.