desejo

1437 Words
Carla Acordo com a cama sendo sacudida e olho para trás e o Akin estava com a mão na boca. — Desculpa, te acordei? — ele diz, parando de rir e me olhando. – Tudo indica que sim. — Desculpa, mas você é muito fofa — viro-me totalmente para ele. — Como é? — ele vira o celular para mim, e a foto é do último Cosme e Damião, que a conchinha me deixou com chantilly até no cabelo. Ela e a Rosa dos Ventos tocaram o terror no último Cosme e Damião. — Quem te mandou essa foto? – A Melissa – A Mel? – A Grazy xingou ela demais. – Está conversando com elas? – Tô sim, queria saber mais das suas entidades e a Arlene fez um grupo e elas estão me falando mais delas. – Vou esganar essas três. – O que elas já falaram? – Bom – ele olha para cima. – Elas falaram que você mima muito a conchinha, tudo que a dona Maria Mulambo pede, você faz. O seu Tranca-Ruas é bem protetor com você, a vovó Maria Redonda é um amor na sua cabeça. – Ele olha para mim e se deita virado para mim. – Posso ajudar eles? – levanto uma sobrancelha confusa. — Como assim? – Igual como a Arlene faz com você e a Grazy – até porque a Mel quase nem vai por causa do trabalho. — Você quer cambonar eles? – Sim, a Arlene já me ensinou algumas palavras. — Por quê? — me sento na cama. – a um dos seus mundos e quero participar – acabei rindo. — Tá falando sério? — Tô sim! — ele sorriu. — Até a Grazy achou graça e disse que queria estar em terra quando alguém fosse oferecer algo para suas entidades e eu chegasse gritando para sair perto –Acabei rindo e ele gargalhando. — Era isso que você estava rindo? — Era, a Mel disse que agora não precisaria colocar uma peitoral na conchinha para ficar quieta. — Aí mesmo que ri. – Não faria isso com a minha menina. — Óbvio que não. Pelo que Arlene falou, enquanto a rosa dos ventos não parecer a conchinha, fica quietinha — acabei rindo. – Se você quiser, vai ter que comprar algumas coisas para você. – Roupa branca e entrar para a roda. – Sim. — Vamos lá, então? – Onde? –la com a mãe Maria. — Você quer ir lá? – Quero sim, quero falar com ela. — Sério mesmo, amor? — ele sorri. — Gosto quando você chama de amor — me aproximo dele e do beijo. Ele retribui com todo carinho. Paramos o beijo e ele fica me olhando. — Você sabe que, quando a gente começar a se chamar de apelidos carinhosos, não vai mais existir os nossos nomes para a gente. — Como é? — ele me olha confuso. – Tipo, se eu começar até a chamar de amor, entre nós dois não vou poder te chamar de Akin – ele olha e sorri. — Sério? — Sério — ele me puxa para um beijo. — Minha vida! — ele diz assim que para o beijo, acabei sorrindo. – Meu amor – ele sorri quando digo – Então vamos lá? — Bora! — ele se levanta e pega um par de roupas de dentro da bolsa dele e tira o short que ele estava usando, ficando com uma box branca. Olho o corpo do Akin todo e me bate um te.são forte. Fico de joelhos na cama. — Amor, vem aqui! — ele me olha e vem até a cama. Vou engatilhando até a beira; quando chego perto dele, vou subindo, beijando a barriga dele. Akin enfia as mãos dentro do meu cabelo e a respiração dele vai ficando pesada. Vou subindo, beijando e dando leve mordidinhas pela barriga e peitoral dele. Beijo e mordo um pouco mais forte no pescoço dele, beijo o maxilar dele e Akin segura o meu rosto e fica fazendo carinho. Akin me beija e vou sentindo as mãos dele descendo pelo meu corpo e puxo ele mais para mim, sinto o quanto ele está duro e sinto ficar encharcada. Akin puxa o blusão que estou usando e joga longe. Ele fica olhando todo o meu corpo. – Deita – ele manda e eu faço. Ele fica me olhando e depois deita por cima de mim. Ele espalha o meu cabelo na cama e volta a ficar em pé. – Vai ficar só olhando? — Só mais um pouco — começo a ficar sem graça, só vendo ele me olhar. Tento me levantar. — Espera aí, ainda não. — O que tu estás fazendo? – guardando na memória esse momento– fico meio confusa, Akin deita por cima de mim e me beijar. Akin vai descendo, beijando meu pescoço, vai descendo pelo meu colo até chegar aos meus s***s. Senti a boca dele nos meus s***s me estremecer. Ele fica uns minutos se dedicando aos meus s***s; já estava arranhando a costa dele de tanto te.são. Depois ele vai descendo pela minha barriga até chegar na minha calcinha; levanto o meu quadril para ele tirar. — c*****o — levanto a cabeça e olho para ele, primeira vez que o vejo chamar palavrão. Isso é influência da Grazy e da Mel, tenho certeza. Akin passa o polegar no meu ponto de prazer, volto a me jogar na cama. Parece que levo um choque quando sinto a língua dele percorrendo toda essa parte, sinto a língua dele entrar dentro de mim e acabei gemendo alto e apertei a cabeça dele com as coxas. Ele para e beija as minhas coxas e depois volta a me chupar, e cada gemido que saía da minha boca era um incentivo para ele continuar. Akin aperta e coxas enquanto enfiar a língua dentro de mim, olho pro Akin e ele ta me olhando Ele levanta a cabeça e, sinceramente, não sei se é baba ou a minha lubrificação, mas vejo uma linha transparente ligando esses dois pontos e, passando a língua nos lábios, sinto dois dedos dentro de mim e o Akin ainda não parou de me olhar. Ele vai subindo, passando a língua pelo meu corpo, e para nos meus s***s, chupando-os, mas o Akin não tira os dedos de dentro de mim. Estava tão, tão gostoso, que só senti tudo dentro de mim se contrair. — Vai gozar a vida? — ele fica me olhando e acabo fechando os olhos e deixando o meu corpo estremecer. Quando o orgasmo vem, abro os olhos e o Akin está me olhando e chupando os dedos que estavam dentro de mim. – Quero te chupar – peço, manhosa. — Não. – Por quê? – Isso é para você, não para mim. — Por que não para você? — me levanto e vou engatilhando até ele. — Quero mais. — Beijo ele e o meu gosto na boca dele só fez aumentar o meu t***o. Monto em cima dele e abaixo a box que ele ainda não tinha tirado. Tô tão molhada que não tem resistência nem um para ele entrar dentro de mim. Ele segura o meu quadril com força, ele para o beijo e olha para baixo. – A gente está sem camisinha. – f**a-se, quero te sentir todinho. — Não vou parar. — Não quero que pare — ele fica me olhando e vai me subindo e descendo. A cada sentada, vou sorrindo. Ele é grosso e longo, que sinto ele quase entrando no meu útero. Espero que isso não desloque o DIU. Jogo a cabeça para trás em puro êxtase, sinto a boca dele no meu seio, seguro a cabeça dele, empurro ele na cama e fico subindo e descendo nele com vontade. Ele tira a boca do meu seio, beija e me dá umas palmadas. Ele segura o meu quadril e me faz ir mais rápido. — Vou gozar a vida — ele diz, parando o beijo. — Gozar pra mim, amor. — Ficamos nos encarando até sair um gemido rouco dele. Vou parando devagar e voltamos a nos beijar. Paro o beijo e deito a cabeça no peito dele, ofegante. Ele fica passando a mão nas minhas costas. Akin começa a rir. — O que foi? — pergunto, ainda ofegante. — Não sei se é sua lubrificação ou o meu g**o escorrendo. – Devem ser os dois. — Pode ser — ele beija o meu rosto. — Amei o nosso encaixe, é perfeito. — Acabei rindo. Akin fica me fazendo cafuné. Não quero sair daqui.
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