POV: ISOBEL Recuei até minhas costas baterem na parede gelada enquanto ele vinha na minha direção. O Carrasco não parecia mais o homem vulnerável que eu salvei; ele era uma força da natureza, pura fúria e controle. Quando tentei me esquivar, ele foi mais rápido. Suas mãos agarraram meus braços com uma força que me fez soltar um gemido de dor. Ele me arrastou e me jogou sentada na cama, prendendo meu corpo com o dele. — Você come agora, porque se não comer, eu vou te obrigar — ele rosnou, o rosto a milímetros do meu. — Você não pode me obrigar a nada! — gritei de volta, reunindo cada gota de coragem que ainda me restava. Tentei levantar, mas o homem com a cicatriz no supercílio, o Ruivo, deu um passo à frente. O som do metal destravando ecoou no quarto antes que ele encostasse o cano fr

