[...] Eu estava tão descrente no que estava vendo que, eu tinha certeza que as pessoas que passavam por mim me achavam louco por está com os olhos e a boca esbugalhados. Aquele prédio era muito, repito, muito mais do que eu imaginei. Nem em meus sonhos mais distantes eu iria me imaginar morando ali, talvez eu tenha errado o endereço. Ainda desacreditado, puxei meu celular observando o endereço que a senhora Bennett havia me mandando, observando que eu realmente não havia me enganado. O endereço era aquele. Pelo preço do aluguei que estar no site, talvez eu conseguisse comprar um tijolo daquele prédio, talvez, dois? Se for um trote juro que choro. Acanhado, entrei por aqueles portões gigantes, encolhido, com medo de derrubar algo. Andei até o porteiro que estava sentado em uma cadeira

