18 DE ABRIL - PÉ NA ESTRADA E A BOCA NO.... - PARTE 1

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Eram quase duas horas da tarde. E umas trinta e tantas horas sem dormir e de estômago vazio. E eu teria continuado em frente se meus cigarros não estivessem acabando e eu não fosse obrigado a parar neste posto para garantir, pois o próximo poderia demorar para aparecer. Garoava. Manobrei o caminhão no pátio do estacionamento e deixei por lá mesmo, meio largado, perto de um ponto de ônibus na beira da estrada. Peguei a carteira no painel e fui até a loja de conveniência, comprei três maços para garantir. Quanto mais rápido sair daqui mais rápido chego ao destino mais rápido vejo a cor do dinheiro. Que já não é muito... Mas quando passei perto do restaurante e senti o cheiro minha barriga roncou. Não teve jeito. Entrei, tomei um aperitivo e fui fazer meu prato. Comi devagar com uma cerveja

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