🦈 O RASTRO DO PREDADOR, SANGUE E TRAIÇÃO Eu tava sentindo o meu sangue ferver, mas não era pela adrenalina do plantão ou pelo uísque que eu tinha virado. O bagulho era outro, uma parada que vinha lá de dentro, das entranhas. O grave do 150 bpm tava estourando o peito, fazendo o chão da Arena da Muralha vibrar como se a terra fosse abrir, mas o meu foco tava travado, igual mira de fuzil de precisão, naquela morena que parecia ter saído de um clipe de luxo direto pra lama da favela. A Raquel... p**a que pariu. Ela tava num vestido vermelho que era covardia com o meu juízo, um tom de sangue que gritava imponência. Ela caminhava pela pista com uma postura de rainha, um gingado que fazia os bico tudo da contenção abaixar o cano do fuzil só pra ver o movimento do quadril dela passar. Eu desci

