Mary Abelha "Ai, meu pescoço", murmuro, apertando o local dolorido. "Sou Wilhelm Von Eisenberg, amigo do seu namorado. Posso oferecer uma carona para a cidade?", ele pergunta, estendendo a mão. "Prazer, Mary", digo, estendendo a mão, mas meu pescoço dói e eu gemo, coloco a mão no local. "Está machucada?", ele pergunta, segurando sua bengala. "Um bicho mordeu meu pescoço, estou me sentindo zonza. Pode dar uma olhadinha?", pergunto. Ele olha para seus homens de um jeito estranho e se aproxima, levantando meu cabelo. "Está bem inchado e ficando roxo", ele toca no local. "Ai", grito de dor. "Tem uma marca de nascença muito bonita. É de família?", ele pergunta, oferecendo seu braço. Como estou zonza, aceito. "Não posso lhe dizer que seja de família. Perdi meus pais num acidente no Sen

