Vera Eu nunca pensei que sair do hospital pudesse ser tão assustador. Estava ansiosa levar meu filho e deixar para trás aquele cheiro estéril de medicamentos e o constante som de máquinas, mas o que me esperava do lado de fora fez meu estômago revirar. A porta do quarto se abriu, a luz suave do corredor invadiu o ambiente. Eu estava sentada na poltrona ao lado dá, cama, esperando a alta com o coração pesado. Não era só o cansaço da recuperação; algo mais profundo me corroía por dentro. Quando levantei fui em direção à porta aberta, mais parei gelada, lá estava ele, Sebastian, imponente e com um sorriso educado que não alcançava os olhos. Ao seu lado, dois homens de confiança dele, os mesmo que me jogaram no depósito de lixo, figuras imponentes e sombrias, cujas presenças faziam o ar pare

