— Tente comer um pedaço... — Catarina apontou com a cabeça o bolo de limão, ignorando de proposito a pergunta e a cara de espanto da garota. Ela não iria revelar as suas desconfianças, pois não podia se basear somente por suposições, mas se estivesse certa, e ela achava estar, o bolo de limão iria ajudar a pequena garota pálida perto dela. — Estou lhe proibindo terminantemente de ir até a área de treinamento dos rapazes, até que você esteja melhor, okay? Está indisposta e eu não quero que acabe se machucando lá sozinha, tudo bem? — deixou a voz baixa e mansa de proposito, do jeito que falava quando queria dobrar seus filhos e fazer parecer que ela estava dando uma sugestão e não impondo a sua vontade. E Mary, que sempre foi uma graça de menina com ela, nunca contestando o que ela dizia,

