— Eu não o amo. — a ruiva começou em um tom baixo e rouco, testando as palavras, enquanto sentia a boca doer ao falar. Seja lá que tipo de remédio forte eles tinham lhe dado no hospital, estava começando a perder o efeito. Mary a olhou ceticamente, não acreditando muito naquela fala de Ruby, mas mordeu a língua para se manter calada, enquanto a ruiva audaciosa ainda arriscou um sorriso que mais pareceu uma careta de dor. — Não n**o que gostava do se.xo com ele, mas não o amo. — não passou despercebida a careta que Mary fez, e Ruby soltou um riso baixo, arrependendo-se amargamente quando uma fisgada dolorida a fez resmungar. Mary se sentiu menos compadecida da situação da mulher a sua frente ao escutar aquilo. Ali estava a ma.ldita toda quebrada, mas ainda tirava forças não sabia da onde

