O que nenhum daqueles dois entretidos no quarto perceberam, era que estavam sendo observados por uma telespectadora bem emotiva. Mary andava a dias sentindo-se culpada por levar o garotinho para o quarto do seu falecido bebê sem Matteo saber. Mas como ela poderia deixa-lo naquele cômodo frio e sem vida em que ele estava? Não que ela achasse que compraria a amizade do menino com carrinhos e quarto decorado, mas que criança não gostaria disso? E ela não estava de toda errada. Não conseguiu fazer com que o garotinho se abrisse com ela logo nos primeiros dias, mas com paciência e bastante carinho, Mary conseguiu o que nenhuma outra pessoa tinha conseguido. Fazer com que o pequeno garoto amedrontado falasse com ela. No começo daquilo tudo o menino balbuciava apenas “Sim” ou “Não”, mas enquan

