Por mais tentado que estivesse em relembrar a garota de que ela tinha dito que ele poderia se enfiar onde quisesse, Matteo se limitou a somente pene.tra-la em sua va.gina, afinal, ele saberia esperar pelo momento certo para poder fazer de Mary completamente sua, e ali, naquele banheiro quente e cheio de vapor não era o momento. A sua pequena peste merecia o conforto de uma cama, um ambiente convidativo e a total atenção do italiano, pois ele não queria que ela sentisse nada além de prazer quando se enfiasse pela primeira vez no cu.zinho apertado. E naquele momento, com Mary toda assanhada, cheia de mãos para cima dele, ele não conseguia se concentrar como ela merecia, pois estava difícil se manter controlado com a pestinha o acariciando. — Mary... — ele resmungou a colando na parede, a b

