— Piccola... — Matteo se aproximou da menina, puxando-a para fora da cadeira, onde ele se sentou e a levou para o seu colo, notando ao abraça-la o quão tremula ela estava. — Matteo, você acha... Você acha que ela disse a verdade? — Mary lutou para colocar aquilo para fora, tentando controlar o medo que queria tomar conta de todo o seu corpo. — Você confia nela? Ela pode estar armando para nós. — Confio. — ela tentou se manter neutra com aquele tom contundente dele, embora o ciúmes ainda estivesse ali. — Ruby... — ele suspirou ao dizer o nome da ruiva, seu olhar vagando enquanto se perdia em pensamentos e Mary se manteve em silencio, esperando pelo o que quer que ele fosse lhe explicar. — Eu a ajudei muito há uns anos atrás e ela acha que tem uma divida enorme comigo. Mesmo que eu sempre

