— E se ele não me quiser, Nana? E se Matteo realmente acreditar que não sirvo para o mundo dele, para ele? Eu não sei se vou aguentar ser mandada embora uma segunda vez. Dói bastante e Matteo sabe ser cru.el quando quer. — aquela foi a segunda vez que Mary sentiu o seu rosto esquentar, pois ela não estava acostumada a ser expor daquela forma, a demonstrar tanta fragilidade, exceto que era Donana ali e se tinha uma pessoa nessa vida que conhecia o italiano como a palma de sua mão, era a pequena senhora a sua frente. — Você realmente acha que Matteo não sente nada por você? — Mary não respondeu aquela pergunta, mas a sua mente se enchendo de lembranças dos dois, lembranças boas que pareciam ter acontecido a tanto tempo, respondia por ela. Talvez ele gostasse um pouco dela sim. — Nós duas

