Meu Moleque, Meu Mundo

1676 Words

Cayo Tava no meio de um cabeamento que não fazia sentido nenhum quando o celular vibrou. Era o Léo. Atendi puto. — O que foi, cara? Tô no meio de um serviço chato pra c*****o. — Cayo, desce pra tua casa, agora — a voz dele não tinha tom de zoeira. Tava séria, tensa. — Rolou um barraco feio agora pouco. Entre a Gabi e a patricinha… e até a tua mãe entrou no meio. O sangue esfriou na hora. Deixei o alicate cair no chão, o barulho ecoando na oficina vazia. Não perguntei mais nada. Só desci correndo. Três quarteirões correndo, viram uma maratona. Cada passo era um pensamento pior que o outro. Gabi lá. Na minha porta. Com a Analu. Meu Deus. Quando cheguei, a porta tava fechada. Respirei fundo, tentando não arrebentar a madeira. Abri. A Analu tava sentada no chão da sala, os braços

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