Olívia Terminei de fechar o zíper do vestido verde-esmeralda de cetim com as mãos ainda trêmulas. O tecido deslizava pela minha pele como um sussurro gelado, mas por dentro eu ardia. Olhei-me no espelho do banheiro de mármore: o decote valorizava meu colo, e a f***a na coxa esquerda parecia um convite perigoso. Prendi o cabelo em um coque alto, deixando alguns fios soltos na nuca, e respirei fundo. Eu ainda estava perdida, em dúvida se aquele vestido estava bom ou se era areia demais para o meu caminhãozinho. Eles haviam gostado do vestido certo? Foi por isso que o escolhi. A maquiagem como sempre estava leve. Além de ter poucos produtos, eu nem mesmo sabia fazer mais do que o básico. Tomei coragem e empurrei a porta do quarto, saindo para a sala de estar da suíte. Ethan e Christian já

