Olívia O pequeno sorriso que esbocei mudou o oxigênio daquela cozinha em um milésimo de segundo. A rigidez nos ombros de Ethan cedeu, e Christian soltou uma lufada de ar audível, como se estivesse voltando a respirar pela primeira vez na noite. Eles realemnte estavam tensos. Ethan, percebendo a trégua silenciosa, arriscou-se a quebrar os últimos centímetros de distância. Ele deu dois passos lentos, os olhos cinzentos fixos nos meus, até que suas mãos grandes e quentes subiram espalmadas pelas minhas costelas, pousando firmemente na minha cintura. — Nós estamos perdoados, pequena? — Ethan sussurrou, a voz com uma falsa calmaria, que agora eu sabia reconhecer muito bem, descendo para um tom suave, quase uma carícia. Olhei bem no fundo dos olhos dele, sentindo as mãos de Christian desliz

