Emma estava sentada em seu carro no estacionamento da universidade, olhando para o grande prédio que havia sido um lugar de esperança e crescimento, mas agora trazia um gosto amargo. Ela respirou fundo, ajeitando os óculos no rosto, e abriu a porta. Cada passo até a sala do reitor parecia mais pesado do que o último. Ela sabia que precisava fazer isso, mas a dor de relembrar tudo ainda era intensa. Ao entrar no escritório do reitor, foi recebida por uma secretária educada que pediu que esperasse um momento. Alguns minutos depois, o reitor, um homem de meia-idade com cabelos grisalhos e expressão cansada, saiu para recebê-la. — Professora Coleman — disse ele, com um leve sorriso. — Por favor, entre. Em que posso ajudá-la? Emma assentiu, entrou na sala e sentou-se na cadeira que ele indic

