Era e******o.
Era loucura.
E era absolutamente enfurecedor.
Durante três dias e três noites inteiras, Melissa havia sido mantida naquele quarto, sem possibilidade de ver o mundo exterior, com servas lhe trazendo comida e bebida e itens para seu banho, sempre escoltadas por Knight ou algum de seus brutamontes, escolhidos a dedo para frustrar seus planos de fuga. Mas aquilo não era o pior. Não, o pior eram as várias “visitas” que aquele homem lhe fazia durante todo o dia, batendo a porta com violência antes de aparecer no quarto, arfando como se tivesse acabado de fugir de uma fera e com aqueles olhos verdes vidrados nela, como se ele quisesse devorá-la, com uma intensidade que fazia seu estômago se revirar de uma maneira muito estranha.
E assim ele permanecia: olhando-a. Às vezes ele nem sequer saia do limiar da porta enquanto fazia isso. Às vezes entrava, trancava a porta atrás de si, e se sentava na cama, assistindo-a enquanto ela gritava com ele, xingava-o e tentava agredi-lo. Como sempre, sem sucesso. Já no primeiro dia, o quarto ficara completamente sem decoração ou objetos leves, já que ela havia atirado todos contra ele, em suas muitas tentativas frustradas de nocauteá-lo. Na verdade, ela podia quase jurar que, de uma maneira completamente doentia, quanto mais ela lutava contra ele, mais os olhos daquele homem iam se tornando cada vez mais... Fascinados.
Pensar em seus olhos fez uma onda de umidade escorrer por sua i********e e ela teve que travar suas cochas para impedir que elas se molhassem também. Se não fosse loucura, ela poderia jurar que Knight era um bruxo. Era a única explicação para o sonho estranho que ela havia tido na noite anterior. Lá, ela estava em um prado ensolarado, com um vento agradável a rodeando e grudando suas roupas ao corpo. Deleitando-se com a doce liberdade, ela levou um momento para perceber que o vestido que a cobria nem sequer poderia ser chamado assim: as fibras estavam tão separadas que mais pareciam uma fina rede, que não escondia nada de seu corpo nu.
Um rosnado profundo atrás dela chamou sua atenção e, surpresa, ela descobriu que Knight estava a poucos passos dela, observando-a com aqueles profundos olhos verdes. Seu primeiro impulso foi cobrir-se com as mãos, porém, tudo o que ela conseguiu foi sentir seus b***s ficarem duros e sua i********e encharcar sob suas palmas, quando ela se deu conta de que Knight estava sem camisa, com o peito amplo, musculoso e coberto de cicatrizes completamente à mostra, trajando apenas uma apertada calça de couro que não fazia nada para esconder a enorme protuberância entre as pernas dele, que parecia tentar alcança-la.
Pasma, Melissa se viu, ao invés de colérica ou temerosa, excitada. Aquela palavra, na verdade, nem sequer era capaz de descrever a ânsia que ela sentiu e a obrigou a se forçar a ficar parada onde estava, ao invés de ceder ao desejo de abraçar-se a Knight e esfregar cada parte necessitada de seu corpo contra ele.
- Venha. – ele estendeu a mão, porém, ao invés de esperar que ela se aproximasse, ele mesmo percorreu o pouco espaço que os separava, ficando diante dela – Não precisa ter medo. Pertencemos um ao outro. – Knight falou com convicção, embora seu rosto revelasse o quanto ele estava surpreso com aquelas palavras.
- Vá para o inferno. – ela conseguiu cuspir, com a voz trêmula de desejo soando como um gemido.
- Eu quero conhecer o paraíso. – ele rosnou e, para sua grande surpresa, colocou uma das grandes mãos acima de sua f***a, porém sem tocá-la de verdade – Me deixe provar esse pequeno pedaço de céu, Melissa. Eu sei que você precisa disso tanto quanto eu.
- Eu... – ela se preparou para dizer um “não” a ele, mas a visão de sua mão, tão perto de seu buraco molhado, com aqueles grandes dedos a centímetros de afundarem-se em seu calor e curar a doce dor em seu ventre, preenchendo-a e preparando-a para receber mais dele... A desnorteou – Eu não posso querer isso. Você é um bastardo maldito... – com o lábio inferior entre os dentes, ela se pegou balançando os quadris, aproximando-se da mão dele – Tire... Tire essa maldita mão daí... – ela m*l estava se dando conta do que estava falando, prestes a molhar a ponta dos dedos dele com sua entrada, quando ele de repente puxou a mão, obedecendo-a.
Em choque, Melissa encarou Knight. Ele parecia sofrido, com aquela enorme protuberância parecendo ainda maior e mais dura de uma maneira quase dolorosa. Ainda assim, a mão que estava prestes a invadi-la estava escondida atrás de suas costas.
- Você... Você me obedeceu. – ela refletiu, enquanto a satisfação de perceber aquilo apenas eriçou ainda mais seu corpo, fazendo-a sentir-se quase dolorida... O tipo de dor que ela sabia, inexplicavelmente, que apenas aquele homem poderia curar – Isso... Isso é um sonho, não é? – ela se deu conta, ofegante.
- Eu creio que sim. – ele rosnou, parecendo tão necessitado quanto ela, percorrendo seu corpo com aqueles olhos ardentes – Do contrário, você já teria fugido para longe... Ao invés de continuar aqui diante de mim, cheirando a desejo.
- Eu estou cheirando a desejo? – ela resmungou, meio brava e meio provocativa e, cedendo a um de seus desejos mais ferozes, agarrou aquele m****o grosso, escondido pela calça, percorrendo sua extensão com a mão, o que fez Knight soltar um rugido lamentoso – E o que me diz sobre isso? Aposto que você faria qualquer coisa que eu quisesse apenas por um afago como esse, não é?
- Sim. – ele não hesitou em confirmar, o que a fez se sentir ainda mais poderosa... E necessitada. No fundo de sua mente, ela teve a impressão de que havia outra coisa que ela deveria exigir dele, mas não conseguiu se lembrar do que era. A única coisa que importava era aquela dor doce entre suas dobras, que exigiam atenção.
- Ajoelhe-se. – ela ordenou, sorrindo de puro contentamento quando ele obedeceu, prostrando aquele corpo enorme e poderoso corpo diante dela, ficando com a cabeça na altura de seus s***s. A pele de Knight tremia de desejo sobre o vento fraco, mas mesmo assim ele permaneceu parado, esperando sua próxima palavra, como um servo espera pelas ordens de seu senhor – Você fez isso comigo. – com um suspiro sôfrego, ela passou as mãos por seus s***s entumecidos e por suas cochas ávidas por se abrirem, mostrando a ele sobre o que estava falando – É justo que seja você quem resolva... Eu não estou me rendendo. Eu estou punindo você, Knight. – ela grunhiu, estendendo-se sobre a relva e subindo o tecido inexistente até sua cintura ao ponto de rasga-lo, expondo sua f***a quente e escorregadia diante dos olhos vidrados de Knight – Seu castigo vai ser arrancar esse m*l que você colocou dentro de mim...
Mais rápido do que ela achava ser possível, Knight livrou-se de suas calças, fazendo a boca de Melissa salivar quando aquele p*u enorme, totalmente em riste, ficou livre, grosso, longo e pulsante. Para seu mais completo choque, ela achou aquela parte de Knight linda: desde a cabeça grossa e avermelhada, que escorria de desejo, até a comprida e firme haste coberta de veias salientes, com cachos escuros acima e um par de bolas pesadas abaixo. Hipnotizada, ela o observou acariciar-se com violência algumas vezes, antes engatinhar até ela, com aquele p*u poderoso na mão, pronto para alinhá-lo em sua entrada, até que ela murmurou.
- Mas terá que fazer isso com a boca. – com o m****o a um centímetro de entrar nela, Knight congelou, encarando-a com um misto de surpresa e revolta – Eu disse que era uma punição. – ela riu maldosamente, abrindo ainda mais suas cochas para ele, altiva.
- Que se cumpra a palavra da minha senhora, então. – Knight disse entredentes e, largando seu p*u faminto, colocou os joelhos dela sobre seus ombros e abaixou a cabeça, até encostar sua língua contra o pequeno pedaço pronunciado de carne acima de sua f***a.
Trêmula e arrebatada pelo choque de prazer que a atravessou, Melissa gritou, gemeu e choramingou enquanto a língua de Knight, longa e ágil, devorou cada mínima parte que havia entre suas pernas: sugou gentilmente a bolinha de carne extremamente sensível; lambeu e acariciou sua f***a trêmula, que pulsava de felicidade ao finalmente ser preenchida, ainda que não como gostaria; rolou a ponta da língua ao redor do minúsculo buraco enrugado bem abaixo, fazendo-a gemer mais e mais até que ela explodiu em um jorro úmido contra a boca de Knight, que avidamente bebeu cada gota.
- Bom menino. – ela ronronou, enquanto ele continuava a lambê-la preguiçosamente, como se estivesse esperanças de que ela tivesse um pouco mais de creme para ser saboreado – Mas não pense que seu castigo acabou.
- Eu não ousaria pensar. – Knight resmungou, sentando-se de maneira que seu m****o, que havia se tornado impossivelmente maior e avermelhado, ficasse apontado diretamente para ela.
Deitada sobre a relva, Melissa o observou devorá-la com os olhos, com o peito e os ombros largos subindo e descendo rapidamente por conta de uma respiração errática, enquanto os filetes brancos escorriam para fora da pequena f***a na cabeça de seu p*u. Ele, porém, na fez para se aproximar. Knight era um predador, mas um predador preso em uma jaula invisível da qual apenas ela poderia tirá-lo. Saber disso a fez se sentir poderosa, atiçada... Com vontade não apenas provoca-lo ainda mais, mas também deixa-lo se banquetear em seu corpo, para que ele soubesse que só estavam fazendo todas aquelas coisas sujas e prazerosas porque ela havia permitido.
Com um sorriso provocante, se sentou diante dele, começando a desnudar seus s***s, perguntando-se qual seria a expressão que o rosto daquele homem selvagem faria quando descobrisse que ela estava prestes a ficar nua, subir em cima dele e permitir que...
Balançando a cabeça, Melissa se forçou a sair daquela lembrança desconcertando, ao sentir seu corpo começar a se excitar exatamente como no sonho.
Droga, ela tinha que sair dali. Aquele lugar estava mexendo com a cabeça dela... E com outros lugares também.
Ela precisava encontrar uma maneira de sair daquele quarto e deixar aquele castelo, mesmo que isso acabasse forçando-a a sair de seu vilarejo e recomeçar em outro lugar, já que Knight certamente iria atrás dela. Não havia possibilidade de simplesmente aceitar de bom grado ser transformada no objeto de qualquer que fosse o desejo depravado que aquele homem tinha.
Felizmente, agora ela tinha algo a seu favor: uma arma. A adaga que havia achado presa debaixo da cama, depois de parte de seu ódio explosivo ter se acalmado um pouco durante a noite de seu segundo dia ali e lhe permitido raciocinar um pouco melhor. Apesar de Knight, felizmente, não passar as noites com ela, Melissa tinha quase absoluta certeza de que aquele era um quarto que ele costumava usar com frequência. E, quando alguns dos homens dele vieram retirar o baú cercado de correntes que, ao julgar pelo som metálico vindo de seu interior, estava cheio de armas, ela se deu conta de que alguém como Knight certamente não dormiria desarmado. E, finalmente, depois de vasculhar a armação de madeira maciça de cima a baixo, ela achara aquela bela adaga de aço pesado. O tipo de arma que pertencia a um guerreiro, não como seu cutelo ou o velho facão quebradiço de seu pai. Aquele era o tipo de instrumento feito para matar.
E ela estava disposta a matar, se fosse preciso.
O som da porta sendo aberta a sobressaltou, fazendo-a envolver a mão instintivamente no cabo da adaga presa em sua bota... Até que seu olhar se encontrou com o da mulher que estava parada ali adiante.
- Nissa! – Melissa gritou, exultante, correndo para passar os braços ao redor da melhor amiga, quando uma voz atrás delas fez sua alegria se esvair imediatamente.
- Então você realmente sabe sorrir... – Knight resmungou, enquanto entrava no quarto, empurrando as duas para frente com seu grande corpo, antes de trancar a porta atrás de si, como sempre.
- Oh, Missy, é tão bom ver você de novo! Agora finalmente vamos poder conversar cara a cara, sem uma porta no caminho. – Vanessa cantarolou, continuando a abraçar a amiga, mesmo que agora ela estivesse ocupada demais fuzilando seu captor com o olhar – É tão bom poder abraçar você de novo!
- Também é ótimo finalmente poder ver seu rosto de novo. – Melissa suspirou, dividida entre o sentimento de alegria em poder abraçar sua melhor amiga novamente, depois de três dias conversando com ela através da porta trancada, e o incômodo de ter aquele homem olhando-a fixamente, como se estivesse tentando ver através de sua alma.
- Uma pena que eu não tenha muito tempo. Escapei de Kyle enquanto ele estava distraído resolvendo um problema com os cavalos. Mas ele logo vai perceber que sumi... Oh, vamos, não faça essa cara. – sua amiga riu da careta no rosto de Melissa ao ouvir sobre a superproteção de Stone – Ele não é o grande homem m*l que todos pensam que é. Kyle é uma das pessoas mais atenciosas que já conheci, na verdade. Especialmente entre quatro paredes. – Vanessa abriu um sorriso malicioso, acariciando a ampla barriga de grávida, denunciando que se tornaria mãe muito em breve – E você logo vai perceber que este aqui também não é o leão feroz que gosta de fingir ser. – sua amiga acenou despreocupadamente para Knight, fazendo-o rosnar.
- Muito bem, Vanessa. – ele resmungou, quase incomodado – Você queria vê-la e agora já a viu. Agora volte para Stone e nos deixe sozinhos... – Knight estreitou os olhos na direção de Melissa com aquela emoção sem nome que obviamente não era raiva, fazendo o interior dela se apertar de uma maneira que ela simplesmente odiava.
Porque não era de todo r**m.
Ele era um bastardo bonito, afinal. Muito bonito. Bonito de um jeito feroz e perigoso, com todas as cicatrizes e músculos pronunciados...
Bastardo maldito... Sempre fazendo sua mente ficar confusa, quando ela deveria estar concentrando toda a sua energia em apenas odiá-lo.
- Mas não faz apenas três dias que eu não vejo o rosto dela ou a abraço! Nós não nos encontramos há meses, desde que Kyle decidiu que andar poderia ser mortal, enquanto eu estiver grávida. – Vanessa rolou os olhos, bufando – O que vocês tanto fazem nesse quarto, sozinhos, afinal? – ela perguntou, erguendo uma sobrancelha sugestivamente.
- Ele fica me olhando, como o doente pervertido que é... – Melissa revelou, com a voz fria como uma nevasca – E eu fico planejando formas de matá-lo da maneira mais dolorosa possível.
- Oh, que romântico... – Vanessa riu, o que apenas aprofundou a careta irritada no rosto de Knight – Tudo bem, tudo bem. Eu já entendi que não vou poder continuar a matar as saudades da minha amiga hoje...
- Vanessa...! – Melissa a chamou, hesitante, não querendo deixar transparecer o quanto estava ansiosa para que a amiga ficasse, para que ela não precisasse ficar sozinha com aquele homem, mesmo sabendo que não estava sendo bem sucedida.
- Ele pode até ladrar, mas não morde, acredite. – Vanessa garantiu, com total seriedade, enquanto dava às mãos de Melissa um aperto acalentador – Prometo que vamos conversar devidamente mais tarde, quando meu homem não estiver no meu encalço e o seu não estiver me enxotando.
- Ele não é...! – Melissa estava prestes a rebater, revoltada, quando uma batida soou na porta, antes que o rosto desconfiado de Stone aparecesse, esquadrinhando a sala com seus gélidos olhos azuis.
- Ora, seu bobinho... – Vanessa riu, enquanto se dirigia até a porta, com a voz doce como se estivesse falando com um filhote fofinho de cachorro, ao invés daquela perfeita encarnação do perigo em formato de homem – Eu disse a você que Missy não tentaria matar ninguém, enquanto eu estivesse por perto. Agora, contudo... – sua melhor amiga deu uma última olhada na sala, antes de sair - Eu não tenho tanta certeza. Até logo, Missy. Estou louca para continuar a contar a você tudo sobre o bebê. – Vanessa acenou, antes que Stone a puxasse gentilmente pelo braço, fechando a porta novamente.
Reprimindo um suspiro desolado, Melissa virou duramente os olhos para o homem que, como de costume, a observava com aquela intensidade absolutamente desconcertante. Colocando-se no ponto mais distante do quarto em relação à cadeira que ele estava sentado, Melissa sentiu o metal frio da adaga contra seu tornozelo e perguntou-se como poderia puxá-la antes que ele tentasse impedi-la.
- Sorria para mim.
Aquele pedido, dito com determinação, mas também com uma certa suavidade, a congelou por um segundo. Mergulhada na mais total e completa surpresa, Melissa ergueu lentamente o olhar em direção a ele, perguntando-se se ele realmente havia dito aquilo ou se os três dias de cárcere a tinham deixado oficialmente louca.
- O quê? – ela grunhiu, incrédula.
- Você estava sorrindo quando a vi pela primeira vez, no açougue do vilarejo. E acabou de sorrir agora mesmo, quando abraçou Vanessa. – ele contou, como se estivesse recordando-a de algo crucial – Faça novamente. Dessa vez, olhando para mim. – ele exigiu avidamente, com aqueles olhos verdes perfurando os dela.
- Está falando sério? – Melissa meio riu e meio rosnou, sem conseguir acreditar na audácia daquele bastardo sequestrador – Quer que eu sorria para você? Por que não me leva para casa, então? Vai me ver sorrindo por um bom tempo.
- Essa é a sua casa agora. – ele balançou a cabeça, tão calmamente que Melissa se arrependeu por já ter destruído todos os objetos quebráveis que havia no quarto, deixando-a sem nada para arremessar na cabeça dele naquele momento – E será por um bom tempo, aparentemente... – Knight coçou a parte de trás do pescoço, lembrando-se de como sua caçada à velha feiticeira não havia encontrado nenhum sucesso.
Porque não havia mais nenhuma choupana naquela campina embrenhada na floresta. Assim como não havia a jovem neta. Ou a maldita avó.
E, naqueles três últimos dias em que ele tivera aquela mulher enlouquecedoramente exasperante morando no antigo quarto que ele costumava dormir, Knight descobrira algo terrivelmente preocupante. Ele sempre se considerara um homem forte. Mas, com ela por perto, ele percebera que era exatamente o contrário.
Ele não era forte o suficiente para se manter longe dela. Tanto acordado, quanto em seus sonhos.
Na noite anterior, depois de ter acariciado seu p*u com as mãos vigorosamente três vezes seguidas, até que um pouco da rigidez que aquela mulher lhe causava cedesse e ele pudesse dormir, seu espírito pareci tê-la seguido para o mundo dos sonhos. Lá, ela era um sonho pervertido, com o corpo gritando para ser possuído, mas a boca ainda atrevida e cheia de negativas para ele. Porém, diferente da vida real, quando ela se tornara mandona, Knight se vira obedecendo-a. Ele passara os últimos anos lutando para ser subjugado, porém, quando se tratavam das ordens daquela mulher, o tronco pesado entre suas pernas se contorceu de puro prazer e ele se ajoelhou diante dela sem hesitação. Se ela quisesse pisar nele, Knight deixaria. E provavelmente gozaria no processo. Ao invés disso, porém, a Melissa dos sonhos o fizera lamber o doce mel entre suas pernas, até que ele estivesse completamente viciado e perguntando-se como viveria sem sentir aquele gosto todos os dias.
Depois, ambos ficaram nus, de frente um para o outro, e a Melissa imaginária estava estampando o mesmo sorriso lindo que ele tinha se descoberto obcecado em vê-la dar, deitada sobre a relva, para que os raios de sol alcançassem seu vestido transparente, que deixava cada centímetro de seu corpo voluptuoso à mostra. Seus s***s balançavam de um lado para outro enquanto ela se movia e seus b***s eram dois círculos rosados e exibidos, pressionando-se através do tecido fino, oferecendo-se para ele. Até mesmo o triângulo de cachos escuros entre suas cochas grossas também estava exposto pela saia, que ela mesma havia embolado ao redor da cintura dela para que ele pudesse comê-la. Sempre que ela se mexia, ele era capaz de ver o brilho de um rastro úmido entre suas dobras tentadoras.
Ao perceber o olhar pesado dele sobre seu corpo, o sorriso da Melissa do sonho se tornou lascivo e, ao som do rugido de aprovação de Knight, ela começou a derrubar as alças do vestido e puxá-lo para baixo, até que seus s***s nus estivessem totalmente livres. Hipnotizado, Knight estendeu a mão para acaricia-los, mas ela o parou, assumindo uma de suas feições irritadas que fazia suas bochechas corarem. E que ele acha absolutamente adorável.
- Não vai ser tão fácil assim, Knight. – a voz dela era uma mistura estranha da raiva que ela lhe dirigia na vida real e do sussurro erótico da fantasia – Eu mando aqui! Não você!
- É claro que manda, minha senhora. – ele respondeu prontamente, não conseguindo desviar o olhar de seu corpo completamente nu, com exceção do vestido preso em sua cintura – Eu estava apenas pensando que você não deveria sofrer com essa necessidade por muito mais tempo. Você é superior demais, para isso. – ele lhe deu um sorrisinho brincalhão, que a fez bufar.
- Engraçadinho... – com uma bufada irritada, ela repentinamente se jugou sobre ele; Knight poderia facilmente tê-la segurado, porém, se deixou cair para trás, permitindo que ela o montasse e que aqueles s***s tentadores ficassem na altura de sua boca – O que você faria se eu negasse o que você quer?
- Então eu acho que teria que continuar a afundar minha língua entre as suas coxas... – seu sorriso sacana aumentou – Até conseguir convencê-la de que ter outra parte minha dentro de você seria muito melhor. – como se o tivesse entendido, seu p*u pulsou entre os dois, batendo no traseiro dela.
- Seria realmente tão bom assim? – Melissa mordeu o lábio, com o rosto virado, devorando seu m****o com o olhar, enquanto esfregava suas dobras contra a coxa dele.
- Só há uma maneira de saber. – pegando seu p*u em uma das mãos, Knight o ergueu, silenciosamente convidando-a a montá-lo. Com os olhos fixos em sua entrada escorregadia e sentido o sangue ferver em suas veias, ele a assistiu erguer os quadris temerosamente, alinhando sua a******a contra a cabeça de sua haste, pronta para montá-lo...