ISABELA NARRANDO Eu estava ofegante, completamente mole. Meu corpo tremia, o coração batendo descontrolado no peito. O peso do Davi em cima de mim, o p*u dele ainda dentro de mim, diminuindo a pressão devagar, era a coisa mais segura e intensa que eu já tinha sentido. Eu não conseguia parar de sorrir. Perder a virgindade. A gente fala tanto disso, espera tanto, e no fim, é só ele. É a força dele me segurando, é o cheiro de suor dele, é o jeito que ele me olhou quando eu gritei que era dele. Quando eu senti o p*u dele entrando, a dor foi real, foi forte. Um ardor que me fez chorar. Mas ele não me deixou fugir. Ele me olhava, me acalmava, e ao mesmo tempo me dava prazer, esfregando ali embaixo, me lembrando que o que vinha depois era mil vezes melhor que aquela dor. E quando o "Puf!" acon

