Assenti. — Entrei. Mas não sozinha. — sorri. — E o mais louco é que, mesmo com todo esse luxo, o que mais pesa aqui não é o dinheiro. É o cuidado. É o jeito que tudo gira em torno dele… e agora, da gente. Ela me abraçou forte. — Você merece isso. — disse. — Merece ser amada em voz alta. Em qualquer casa. Seja mansão ou quitinete. Sorri, sentindo um aperto bom no peito. — Amiga… — ela murmurou assim que entrou. — Isso aqui não é um quarto. Isso aqui é um hotel cinco estrelas. Sorri, meio sem jeito, porque pra mim aquilo já tava virando rotina, mas eu lembrava bem de quando entrei ali pela primeira vez. — Olha isso — falei, pegando o controle na mesinha lateral. Apertei um botão, e as cortinas começaram a se abrir sozinhas, devagar, revelando a vista enorme do condomínio, tudo verde,

