Eu deslizei as mãos para a lateral da minha bermuda. Ela entendeu o recado na hora. As mãos de Isabela vieram para o fecho, desceram o zíper devagar, os olhos fixos nos meus. Ela estava me estudando, me admirando, quase me adorando. Sentir os dedos dela na minha cintura já era um t***o absurdo. Juntos, a gente conseguiu tirar aquela p***a de bermuda. O tecido pesado caiu no chão. Sobrou a cueca, que estava apertada demais para o que estava acontecendo ali. — Tira também — falei, olhando direto para a boca dela, a mesma boca que tinha me feito perder a cabeça há segundos. Ela sorriu, aquele sorriso confiante de quem sabe o quanto é poderosa, e puxou a cueca de uma vez só. Quando meu p*u saltou para fora, eu senti o ar. Eu juro que senti o ar frio da noite bater na minha pele, e ele esta

