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1155 Words

Eu sentia o meu p*u latejando, esmagado entre o colchão e a b***a dela. Era uma tortura deliciosa. Eu tava pronto pra outra rodada, e pelo jeito que ela relaxou o quadril contra mim, ela também tava. — Vão entrar aqui... a sua mãe , o pessoal da casa... — ela tentou a última cartada, mas a voz já tava fraca, carregada de desejo. — Para de dar desculpa e faz amor comigo logo, Isabela — eu cortei, a voz ficando grossa, aquele tom de comando que eu sabia que desarmava ela. — Eu já tô quase gozando só de sentir sua b***a encostada no meu p*u, c*****o. Você quer me matar? Eu a virei de uma vez, deixando ela de barriga pra cima. Me apoiei nos cotovelos, ficando por cima dela o máximo que eu conseguia, olhando bem no fundo daqueles olhos sonolentos que agora brilhavam de luxúria. — Eu quero v

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